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Coimbra 50 Anos Depois

Coimbra 50 Anos Depois

A divisão nas comemorações e o seu significado político

Celso Cruzeiro

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O presente texto foi concebido para concretizar um posfácio de actualização de uma nova edição do meu trabalho de 1989, intitulado Coimbra, 1969, a crise académica, o debate de ideias e a prática, ontem e hoje. Razões editoriais aconselharam a esta publicação em separado. Mas nem por isso ela deixa de corresponder ao propósito complementar para o qual foi concebida.
Naquela minha obra, acompanhando a narrativa dos convulsionados acontecimentos de há cinquenta anos atrás, ensaiava-se uma interpretação política daquele levantamento estudantil, o qual se tentava compreender como expressão específica nacional do movimento mais vasto das lutas globais pela emancipação humana, com particular incidência nos movimentos da juventude mundial, maxime do seu sector estudantil.

Ano de edição: 2019

Páginas: 44

Coleção: Textos

Dimensões: 15,9 x 24 cm

Encadernação: Brochado

ISBN: 978-972-36-1783-2

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Celso Cruzeiro

Celso Cruzeiro nasceu em 18 de maio de 1945, em Cajadães - S. Vicente de Lafões, e é licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, cidade onde viveu, de 1963 a 1969, na «República do Palácio da Loucura». De 1966 a 1969, integrou várias estruturas estudantis de luta pela conquista democrática da Associação Académica de Coimbra, desde o Secretariado do Conselho de Repúblicas à Comissão Pró-Eleições. Foi um dos responsáveis pela publicação do jornal «O Badalo», órgão de resistência estudantil e, ainda em Coimbra, colaborou nas revistas «Vértice» e «Capa e Batina». Em 1969 foi eleito para a Direção da AAC, investido na situação de responsável pela atividade cultural daquela associação. Foi um dos principais dirigentes da revolta estudantil denominada "crise académica de 1969", da qual escreveu, vinte anos mais tarde, a história e a interpretação política, «Coimbra, 1969» (Afrontamento, 1989). Participou nas estruturas do MFA na Guiné e, após a revolução, por determinação dos responsáveis daquele Movimento, assume a chefia da redação do jornal Voz da Guiné. Em dezembro de 1974 é eleito para a Comissão Política Nacional do Movimento de Esquerda Socialista, organização política em que militará até à sua extinção. Em 1975 encontra-se a advogar em Aveiro, onde ajuda a fundar a Associação de Dinamização e Educação Popular de Aveiro. No plano profissional, passa então a intervir em várias causas de repercussão social. Em 1980 publica «Afluentes de Abril» (ed. Centelha) e em 1982 funda, em Aveiro, a Cooperativa de Cinema Grande Plano, que organizará o Festival Internacional de Cinema dos Países de Língua Oficial Portuguesa até 1990. Em 1995 publica o romance «Não Pode Ser» (Editorial Notícias) e em 1999 é agraciado, pela Presidência da República, com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade. Subscreveu o manifesto político de fundação do Bloco de Esquerda. Tem participação vária em artigos de opinião e em debates nos diversos órgãos da comunicação social.

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