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A Arte de Roubar Fruta

A Arte de Roubar Fruta

Francisco Duarte Mangas

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Em Vilar de Piscos, um lavrador abastado é abatido em casa por elementos das guerrilhas antifranquistas. O atentado dos guerrilheiros em território português provoca uma ação conjunta das polícias políticas de Salazar e Franco: culmina, dois dias antes do Natal de 1946, no cerco e bombardeamento de Cambedo, povoação da raia, onde se refugiam os comandantes das guerrilhas. Em paralelo a esta narrativa, uma outra se desenrola, em S. Bento das Gavieiras, no período do «Verão Quente». Como é vivida a Revolução numa aldeia do Minho? Como se movimenta a Rede Bombista de extrema-direita nas geografias do fim do mundo? As narrativas cruzam-se, algumas personagens atravessam os dois tempos históricos. Porque a maldade é intemporal, diz Armindo Pega, o homem das palavras estranhas, amigo de Justiniano, criado de servir, aterrorizado com os comunistas que lhe querem comer a orelha esquerda. A Arte de Roubar Fruta, onde a paixão das palavras está sempre presente, é um romance sobre a coragem — de homens e mulheres que resistiram à violência fascista, em Portugal e no país vizinho.

Ano de edição: 2026

Coleção: Teodolito Ficção

Dimensões: 16 x 23,5 cm

Encadernação: Brochado

ISBN: 978-989-8580-99-3

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Francisco Duarte Mangas

Nasceu em Rossas (Vieira do Minho). Ficcionista, poeta e autor de livros para a infância. Entre outras obras, publicou Diário de Link, Geografia do Medo, Jacarandá, Pavese no Café Ceuta, A Cidade das Livrarias Mortas e O Alfarrabista de Ponta Delgada. É presidente da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto e diretor da revista Gazeta Literária. A Fome Apátrida das Aves, As Coisas Comuns e As Raparigas a Sorrir no Meio dos Lírios são alguns dos seus livros de poesia.

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