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O Medronho / L Madronho / El Madroño

O Medronho / L Madronho / El Madroño

Ponto por Ponto

Edição Trilingue (Português, Mirandês e Espanhol)

Manuela Barros Ferreira e Nádia Torres

PVP
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O mirabolante percurso de um Ponto até se transformar em Medronho e prever um etilizado futuro nasceu de uma estreita colaboração entre Manuela Barros Ferreira, que o escreveu em português, e Nádia Torres, que fez as ilustrações.
Publicado o texto na internet, despertou o interesse de Karim Taylhardat Garcés e de Amadeu Ferreira, que desde logo se propuseram traduzi-lo nas suas respectivas línguas maternas - o espanhol e o mirandês. Salvo erro desconhecido, é a primeira vez que um texto literário permite a comparação das três línguas, quase frase a frase, com o mirandês enquadrado pelo português e o espanhol, por ser essa a sua situação geográfica e sociolinguística.
Amadeu Ferreira, grande mirandês, sábio e poeta, ainda viu a maquete, gostou dela e mais teria gostado se tivesse visto o "Medronho" impresso. Quem traduziu Os Lusíadas para mirandês também apreciava coisas insignificantes como esta. Obrigada, Amadeu, por continuar aqui, connosco, tão presente em todos os seus escritos.
Karim Taylhardat Garcés é música, poetisa e antropóloga, venezuelana residente na Espanha, com vasta obra publicada e premiada, que descobriu o português e o mirandês "numa das facetas que mais lhe interessam, a do trabalho colectivo em torno da literatura e das paisagens sonoras idiomáticas". Foi também ela quem imaginou a capa deste livro. Veio depois a ajuda de Ana Horta, que propôs a contracapa e se encarregou do grafismo. Outras pessoas ainda contribuíram para que ele se fizesse, por exemplo José Pedro Ferreira, numa colaboração discreta e dedicada.
Todos, incluindo as duas editoras, Afrontamento e Frauga, quiseram fazer deste livro mais do que um ponto de chegada: uma pequena ponte entre três línguas e entre a gente que as fala.

Ano de edição: 2015

Páginas: 60

Coleção: Álbuns

Dimensões: 19,2 x 13,2 cm

Encadernação: Cartonado

ISBN: 978-972-36-1422-0

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Manuela Barros Ferreira

Nasceu em Braga a 8 de Setembro de 1938. Percorreu várias escolas e liceus até se fixar no Porto em 1956, onde frequentou dois anos do curso de Arquitectura e dois do de Pintura da Escola Superior de Belas Artes. Presa pela PIDE juntamente com Cláudio Torres, com ele casou e ambos se exilaram em 1961, primeiro em Marrocos e depois na Roménia. Em Bucareste formou-se em Filologia Românica, regressou a Portugal em 1973 e doutorou-se pela Universidade de Lisboa em 1987. Enquanto investigadora do Centro de Linguística da Universidade de Lisboa, participou em vários projectos de Geografia Linguística, desde o Atlas Linguarum Europae (ALE), ao Atlas Linguístico-Etnográfico dos Açores (ALEA) e publicou trabalhos sobre os dialectos portugueses e a língua mirandesa. Depois da reforma, em 2003 passou a colaborar com o Campo Arqueológico de Mértola até 2015. Começou a publicar literatura de ficção em 2003.
Foi sucessivamente conhecida como Manuela Ferreira (na escola), Manuela Alexandra (no Porto), Teresa Ramos (na Roménia), Manuela Barros (em Lisboa) e Manuela Barros Ferreira (nos escritos).

Nádia Torres

Nasci em Marrocos em 1962. Iniciei a escola na Roménia e vim para Portugal em 1972. Em Lisboa, depois de acabar o Curso de Ourivesaria da Arco, licenciei-me em pintura pela Escola Superior de Belas Artes (1987) e obtive o grau de Mestre em Desenho na Faculdade de Belas Artes (2004), com a tese "O Desenho na Cerâmica Islâmica de Mértola", (Ed. Afrontamento, 2011). Sou
professora de Artes Visuais e nessa qualidade publiquei vários livros consagrados a questões locais, ilustrados por alunos. Pinto quadros, cartazes, rótulos e superficies. Sou autora das ilustrações de "A Cor das Nuvens", (Ed. Afrontamento, 2003). Tenho uma oficina de ourivesaria em Mértola onde também promovo residências artísticas.

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