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ECONOMIA(S) [No prelo] Francisco Louçã e José Castro Caldas clique aqui para ver o primeiro capítulo deste livro. Este livro serve para estudar Economia. É destinado aos que estudam nos primeiros anos do ensino superior, mas também aos que simplesmente querem saber como funcionam as economias modernas e quais são as teorias e os modelos que as tentam explicar. A sua leitura é simples, mas dá trabalho. O livro é introdutório, não exige portanto um grande conhecimento prévio da Economia ou da matemática, e está escrito para ser lido por qualquer pessoa interessada. Convida o estudante a pensar e a formar a sua opinião, a ler os principais autores da ciência económica, a conhecer os seus debates e teorias, a olhar para a realidade e para os números e a treinar-se nos principais instrumentos da economia e da estatística (...). |
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INQUÉRITO AO CAPITALISMO REALMENTE EXISTENTE Joaquim Jorge Veiguinha Este livro parte da ideia de que pela primeira vez na História a acumulação de capital é planetária e que todos os limites extraeconómicos que impediam a expansão do capitalismo foram superados, apesar dos conflitos militares regionais que persistem e que, acidentalmente, poderão generalizar-se e comprometer a sua obra. Os antigos países do socialismo «real» e o «contrato social» sobre o qual se erguia o Estado de bem-estar europeu constituíam os principais obstáculos que impediam, no passado, a sua hegemonia triunfante. A derrocada de ambos teve como principal consequência um nivelamento minimalista dos direitos sociais e um aprofundamento das desigualdades a nível mundial. O inquérito inicia-se com a análise das transformações na organização do trabalho, realçando as diferenças entre o taylorismo-fordismo e o just in time. Em seguida, aborda duas vertentes fundamentais do capitalismo realmente existente: a globalização financeira e as deslocalizações, com as suas consequências destrutivas sobre o modelo social europeu e o contrato social-democrata. Não esquece também a relação entre o império da mercadoria e a degradação ambiental, bem como as fracturas que se escondem por detrás do mundo aparentemente harmonioso da comunicação globalizada. Mas o capitalismo realmente existente não é eterno. Por isso, o ensaio aborda ainda um conjunto de alternativas políticas possíveis à sua hegemonia, tentando romper com o dogma dominante de que apenas resta à humanidade render-se embevecida e até reverente e agradecida perante o seu triunfo definitivo. 200 pp., 2009, Colec. Biblioteca Ciências Sociais/Economia/09, ISBN: 978-972-36-1031-4 / 14 euros |
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DOIS ANOS A FERVER Retratos da luta, balanço da precariedade Vários autores O FERVE Fartos d'Estes Recibos Verdes é um colectivo nascido há dois anos, que tem lutado contra a precariedade e o falso trabalho autónomo. Tem encabeçado um percurso importante, de visibilização, de denúncia e de dinamização de muitas lutas, cuja persistência tem trazido para a praça pública a discussão sobre esta condição laboral, que atinge em Portugal cerca de 900 mil pessoas. Este livro constitui o testemunho dessa condição e dessa experiência de luta. Mas é mais do que isso. É um livro de reflexão, que conta com o contributo de investigadores e jornalistas. É um livro de intervenção artística, que convocou a criatividade de ilustradores e escritores para o combate à precariedade. É um livro activista, que cruza as experiências de intervenção dos movimentos contra a precariedade e do movimento sindical e põe os seus protagonistas em diálogo e em comunicação. Com testemunhos de «vidas precárias» feitos na primeira pessoa e reflexões de activistas, este é um livro a ferver, que junta a urgência da revolta à reflexão. 132 pp., 2009, Colec. Textos/71, ISBN: 978-972-36-1030-7 / 6 euros |
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PORTO NA PASSAGEM DO TEMPO Helder Pacheco A resposta a questões como: o que é a cidade, que tradições criou, manteve ou deixou extinguir, que novas manifestações foi capaz de inventar, é, talvez, condição essencial para a apreensão da própria personalidade do ambiente urbano. 328 pp., 2009, Colec. Álbuns/112, ISBN: 978-972-36-1037-6 / 36 euros |
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HISTÓRIA LITERÁRIA DO PORTO Através das suas publicações periódicas Alfredo Ribeiro dos Santos Esta obra constitui o levantamento mais exaustivo publicado até hoje sobre os movimentos culturais e as correntes literárias da Cidade, em particular nos últimos dois séculos. Da Gazeta Literária ao Ultra-Romantismo, de A Águia às publicações de expressão vanguardista dos anos 90, o autor vivifica através destas páginas um quadro histórico, referencial e de conteúdos (documentado em sinopses e notas biobibliográficas dos principais colaboradores) que permite aferir os ambientes culturais, as linhas de pensamento traduzidas em acção doutrinária e cívica, os matizes literários e singularidades artísticas que projectaram o Porto para um lugar de destaque na vida portuguesa. A importância destas publicações nos meios cultos e letrados portuenses mas cuja repercussão e influência foi também transversal a toda a vida social, culta e literária portuguesa volve-se deste modo alicerçada nas suas fontes. O contributo de Alfredo Ribeiro dos Santos, na sequência de outros seus trabalhos anteriores, perfila-se fundamental para quem procure conhecer o que foi o ambiente estético, as correntes de pensamento, a trajectória literária, artística e cultural do nosso país, na transição dos dois últimos séculos. 325 pp., 2009, Colec. Diversos/26, ISBN: 978-972-36-1038-3 / 36 euros |
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LENTES BIFOCAIS Representações da Diáspora Portuguesa do Século XX Ana Paula Coutinho Mendes Movendo-se num terreno que tem sido explorado sobretudo na sua dimensão sociológica e antropológica, estes ensaios sobre a vertente literária e, mais pontualmente, cinematográfica da diáspora portuguesa do século XX, ao enveredarem por uma perspectiva de análise crítica ainda pouco usual entre nós, procuram acima de tudo levantar questões, rasgar sentidos, mostrar nexos ou apontar problemas, com a nítida consciência daqueles que são os limites e a arbitrariedade subjacentes a qualquer “corpus” de investigação. Não obstante, é possível afirmar que tratando-se aqui de alguns, ainda que variados, exemplos de autores e obras, não representam casos isolados, antes se integram em características comuns às representações simbólicas das diferentes diásporas e também, em geral, a muita da literatura e cinema contemporâneos. Com efeito, tanto aquela como este têm vivido, ao longo das últimas décadas, cada vez mais enredados em questões de identidade, de identificação e de deslocação, levantadas ou pelo menos exponenciadas quer pelo pós-colonialismo (tanto histórico como crítico), quer pelo pós-modernismo, quer ainda pelo reconhecimento da centralidade dos desafios multiculturais para o mundo actual. 264 pp., 2009, Colec. Estudos de Literatura Comparada/2, ISBN: 978-972-36-1040-6 / 16 euros |
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A SEREIAZINHA [2ª Edição] Hans Christian Andersen com Ilustração de Manuela Bacelar A Sereiazinha é possivelmente a história que todas as crianças mais vezes ouviram contar ou leram, a história que todos os adultos gostam de conservar da sua infância, a história mais vezes editada em todas as línguas, a que mais vezes foi ilustrada em todo o mundo.No entanto, o futuro confirmará que esta não é mais uma edição. As ilustrações de Manuela Bacelar pinturas a óleo sobre papel são o belo transformado em cor, onde o maravilhoso e o imaginário não escondem o pormenor com que vemos tratado com toda a ternura, ou com ironia, cada gesto de cada personagem. 68 pp., 2009, Colec. Álbuns/21, ISBN: 978-972-36-0362-0 / 16 euros |
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O MUNDO EM QUE VIVI [29ª Edição] Ilse Losa «Numa escrita inexcedivelmente sóbria e transparente, e através de breves episódios, este romance conduz-nos em crescendo de emoção desde a primeira infância rural de uma judia na Alemanha, pelos finais da Primeira Guerra mundial, até ao avolumar de crises que por fim a obrigam ao exílio mesmo na iminência de um destino trágico num campo de concentração...» (em apresentação) 29ª Edição, 192 págs., brochado, 1987, ISBN: 978-972-36-0170-1, Colec. «Fixões»/14 - 10 euros |
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SILKA [2a Edição - novo formato] Ilse Losa com Ilustração de Manuela Bacelar Este livro conta a história de Silka, uma menina que se enamora de Reinaldo e com ele vai viver no fundo do mar. 5ª Edição, 48 pp., 1989, Colec. Tretas e Letras/22, ISBN: 978-972-36-0211-1 / 12 euros |
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MATÉRIA BREVÍSSIMA Maria Albertina Mitelo A autora escreve uma poesia minimalista, tensa e concentrada.Embora fale do avassalador ímpeto do poema, apetece dizer que é uma poesia silenciosa, tal a sua subtileza e discrição, que prefere sugerir (e muitas vezes insinuar), em vez de declarar. 65 pp., 2009, Colec. Poesia/65, ISBN: 978-972-36-1039-0 / 10 euros |
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DIFERENÇAS, DESIGUALDADES, EXCLUSÕES E INCLUSÕES Ricardo Vieira, Cristóvão Margarido, Maura Mendes (orgs.) A emergência de novos problemas sociais resultantes da imigração em Portugal, associada ao envelhecimento demográfico, às exclusões sociais várias e à toxicodependência, com significativo enfoque na zona centro, é a base fundamental da intervenção lectiva e investigativa da licenciatura em Serviço Social da Escola Superior de Educação, hoje ESECS Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria. As políticas sociais que constituem hoje parte integrante das modernas políticas de gestão e visam o bem-estar dos cidadãos, das famílias, dos grupos, das empresas e da sociedade em geral são indissociáveis do Estado de direito democrático e do desenvolvimento das comunidades. E o Instituto Politécnico de Leiria quer-se como um motor desse desenvolvimento sustentável. O CIID Centro de Investigação Identidade(s) e Diversidade(s) , que tem realizado trabalho de pesquisa sobre trajectórias sociais, identidades pessoais, sociais e culturais, multiculturalidade e educação, em conjunto com a coordena ção do curso de Serviço Social, organizou o primeiro congresso de Serviço Social do Instituto nos dias 28 e 29 Abril de 2005. O livro Diferenças, Desigualdades, Exclusões e Inclusões abrange a grande maioria das comunicações nele proferidas. Algumas contêm a marca da oralidade, que quisemos preservar em concordância com os autores; outras são textos de maior fôlego, que articulam caso empíricos com dimensões teóricas contempo râneas. A publicação dessas discussões em formato de livro pretende justamente contribuir para a ampliação desses espaços, discutindo algumas das problemá ticas que marcam a acção de todos os que intervêm hoje nesta área e na construção de uma cidadania democrática, o que impõe um trabalho permanente de combate a todas as formas de exclusão.. 322 pp., 2009, Colec. Textos/72, ISBN: 978-972-36-1041-3 / 18 euros |
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RETRATOS DE ÁLVARO CUNHAL Vários autores Este volume está organizado em duas partes que em diálogo se complementam: uma primeira composta por retratos realizados por artistas plásticos contemporâneos e um segunda preenchida com textos sobre Álvaro Cunhal. Dialogam estas duas partes do livro através dos elementos narrativos com que alguns artistas compuseram os seus retratos e das descrições apuradas com que alguns escritores evocam o político. 124 pp., 2009, Colec. Álbuns/111, ISBN: 978-972-36-1027-7 / 28 euros |
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REVISTA SOCIEDADE E TERRITÓRIO Ocupação dispersa: problemática, custos e benefícios Director: António Fonseca Ferreira A ocupação dispersa do território, com esta ou outra designação, corresponde a uma evidência. Que atitude perante esta dinâmica, o que fazer? são questões que se colocam, sobre as quais não há consenso nem, muito menos, resultados operativos concludentes. Nesse sentido, a pertinência e actualidade do tema escolhido para este número da Sociedade e Território não necessitam de mais justificação. 184 pp., 2009, Colec. Revista Sociedade e Território/42, ISSN: 0873-6308 / 18 euros |
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IDENTIDADES REESCRITAS Figurações da Irlanda no Teatro Português Paulo Eduardo Carvalho Este livro oferece uma caracterização da presença da dramaturgia irlandesa na dinâmica da criação teatral portuguesa dos últimos 50 anos. Recenseado o conjunto de autores e de textos traduzidos e representados em Portugal, interrogam-se, numa perspectiva comparatista, as diferentes modalidades de reconfiguração das suas marcas culturais. O conjunto de informações, comentários e observações reunidos neste trabalho permite, simultaneamente, reconsiderar a amplitude de sentidos negociados nas obras aqui contempladas e ampliar o nosso conhecimento sobre importantes trajectos do teatro português das últimas cinco décadas, a propósito das suas derivas interpeladoras da dramaturgia de autores irlandeses. 608 pp., 2009, Colec. Estudos de Literatura Comparada/1, ISBN: 978-972-36-1034-5 / 28 euros |
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A TINTA, A MARIPOSA E A METÁSTASE A arte como experiência, conhecimento e acção sobre o cancro da mama Susana de Noronha Este livro analisa e comenta vinte e quatro projectos artísticos produzidos sob(re) a experiência feminina do cancro da mama. Introduzidas na Internet, essas produções permitem-nos seguir os múltiplos sentidos e usos acumulados pelo objecto de arte entre as motivações iniciais das suas produtoras e os objectivos da sua reinstalação entre o espaço público e o lugar digital. Contrariando o conceito redutor de representação ou reprodução do real, a arte, enquanto objecto ou projecto, é entendida como uma parte constitutiva da própria experiência, entranhada na forma como se vive, compreende e age sobre o cancro. Propõe-se também uma redefinição da arte enquanto conhecimento e prática interventiva, aplicável não apenas nos processos individuais de confronto com a doença, mas também em acções de informação, reivindicação e activismo terapêutico de ambição global, redefinindo-se o cancro como uma realidade socialmente produzida sobre o mundo, contra a noção da sua reprodução espontânea no corpo. 192 pp., 2009, Colec. Saber Imaginar o Social/26, ISBN: 978-972-36-1022-2 / 14 euros |
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REVISTA EX AEQUO 19 Os estudos sobre as mulheres, de género e feministas em revista Directora: Teresa Pinto Em 2009, a Ex æquo. Revista da Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres celebra 10 anos de publicação. A assinalar a efeméride, o Dossier «Os estudos sobre as mulheres, de género e feministas em revista» dá voz às trajectórias de algumas revistas estrangeiras congéneres. Pretende-se, não só divulgar os objectivos e percursos de algumas revistas de referência, mas também suscitar uma reflexão mais aprofundada sobre a importância e a pertinência que estas revistas assumem, hoje, para o desenvolvimento destas áreas de estudo, no contexto mais global da produção do conhecimento científico e de um conhecimento emancipatório. 184 pp., 2009, Colec. Revista Ex Aequo/19, ISSN: 0874-5560 / 13 euros |
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Ó FALA QUE FOSTE FALA Décimas de Joaquim Espadinha Maria da Conceição Espadinha Ruivo Joaquim Espadinha (1871-1955), seareiro natural de Alfundão, concelho de Ferreira do Alentejo, foi um poeta popular muito estimado no seu tempo. Os seus versos que cantam as grandezas da terra, falam de amores e de pilhérias, de desgostos e de alegrias, são, de alguma forma, uma crónica poética de um tempo e de um lugar. A vida de Joaquim Espadinha abrange um largo período rico em acontecimentos marcantes na vida do país, o que se reflecte também na sua obra poética. Nela encontramos um olhar atento sobre o mundo e uma atitude crítica, como está patente numas décimas de 1896, de crítica à Monarquia, que assina como: «Um Republicano Piqueno». Foi um homem marcado por tragédias na sua vida pessoal, mas um lutador. Desta condição nos dá conta a sua poesia, onde, ao lado das décimas de uma profunda melancolia, encontramos outras em que um fino humor não pode deixar de nos provocar uma saborosa gargalhada. 96 pp., 2009, Colec. Diversos/25, ISBN: 978-972-36-1032-1 / 8 euros |
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HISTÓRIA DA POPULAÇÃO PORTUGUESA Das longas permanências à conquista da modernidade Teresa Ferreira Rodrigues (Coord.) Não existia até agora em Portugal uma obra dedicada às dinâmicas da população e do comportamento colectivo situação há muito ultrapassada na maioria dos países europeus , que conciliasse a perspectiva histórica de longa duração com a leitura específica da Demografia Histórica e da Análise Demográfica, sem descurar o rigor científico, e de fácil leitura, de modo a atingir um público vasto, não forçosamente especializado. Este livro propõem-se contribuir para um melhor conhecimento das grandes tendências que definem a história da população de Portugal, numa perspectiva integrada, que concilie informação de carácter quantitativo com a sucessão de conjunturas políticas, económicas e sociais, crenças e ideologias. Propõe-se ainda caracterizar os comportamentos colectivos, integrando-os num contexto mais amplo da vida quotidiana e dos diferentes grupos sociais, bem como identificar modelos globais de comportamento demográfico numa perspectiva que cruze as longas permanências, identifique os tempos e factores de mudança e destaque eventuais diferenças regionais. 584 pp., 2009, Colec. Economia e Sociedade/3, ISBN: 978-972-36-1005-5 / 26 euros |
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DESAFIOS 10 Problemas e Histórias da Matemática no Público José Paulo Viana com Ilustração de Cristina Sampaio Em Março de 1990 apareceu o jornal Público e começou a aventura dos Desafios. Semanalmente é apresentado um artigo dedicado à Matemática Recreativa, onde se propõe um problema novo e se dá a solução do problema anterior. Foi sempre compromisso dos autores que os Desafios estivessem ao alcance de todos os leitores, não exigindo normalmente conhecimentos especializados de Matemática mas apenas as noções básicas e, claro, uma boa estratégia de resolução. Este volume dos Desafios faz a recolha dos textos publicados entes Setembro de 2002 e Setembro de 2004. 172 pp., 2009, Colec. «Viva a Matemática»/10, ISBN: 978-972-36-0949-3 / 18 euros |
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O DESPORTO E O ESTADO Ideologias e Práticas Jorge Bento, José Manuel Constantino (Coord.) O presente livro é o contributo de vários autores com perspectivas diferentes sobre as relações contextualizadas entre o desporto e o Estado e o papel que este deve assumir. Inclui ainda abordagens conceptuais acerca de tendências ou modas conjunturais que, directa ou indirectamente, tangem o fenómeno desportivo. É, pois, um contributo original e plural de autores vinculados à problemática do desporto, como académicos, investigadores, professores ou simples técnicos.. 390 pp., 2009, Colec. Textos/69, ISBN: 978-972-36-1024-6 / 20 euros |
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RECOMPOSIÇÃO DO SOCIAL E ABORDAGENS TEÓRICAS António Teixeira Fernandes A sociologia tem vindo a ser caracterizada pela utilização de uma multiplicidade de paradigmas, de referências teóricas, nas suas diferentes especializações disciplinares. Na presente análise, pretende-se discernir divergências e convergências e ver em que medida umas e outras possam apontar no sentido de um construtivismo social. 346 pp., 2009, Colec. SOC/71. ISBN: 978-972-36-1025-3 / 20 euros |
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INFÂNCIA, DIREITOS E PARTICIPAÇÃO Representações, Práticas e Poderes Natália Fernandes Este livro apoia-se no pressuposto de que as crianças são sujeitos activos de direitos. A infância, enquanto grupo geracional, tem um carácter permanente na sociedade, um espaço e um tempo próprios, que, apesar das especificidades culturais, sociais e económicas dos seus elementos, marca uma etapa de vida para qualquer indivíduo e determina também a organização social. Sustenta-se, também, no pressuposto de que será através da valorização da voz e acção social das crianças, dando espaço à pluralidade das suas formas de comunicação, que se poderá construir um conhecimento válido, que suporte, nos planos teórico e prático, a intervenção social e educativa com crianças. Através de uma investigação de natureza participativa, definiram-se as questões da investigação. Propõe-se, por um lado, saber de que forma as condições sociais configuram a construção da identidade social da criança, a forma como ela se define a si e aos outros, se revê enquanto cidadã, titular de direitos e responsabilidades. Por outro lado, pretende-se perceber a natureza das vivências que estão presentes na realização dos seus direitos, nomeadamente no que se refere aos direitos à família, à protecção e à participação. Neste processo é relevante ainda o tipo de estratégias que as crianças usam e os constrangimentos ou obstáculos que identificam. 364 pp., 2009, Colec. SOC/69. ISBN: 978-972-36-1004-8 / 20 euros |
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EDUCAÇÃO, CULTURA(S) E CIDADANIAS Emanuel Oliveira Medeiros Este livro colectivo tem uma significação temática estruturante: Educação Cultura(s) e Cidadania. Nos diferentes textos, os autores, de diversas áreas de especialidade, desenvolvem, em autoria ou em co-autoria, temas e problemas da maior relevância para a compreensão da contemporaneidade, abrindo portas de sentido para uma dimensão cívica e interdisciplinar do conhecimento. A filosofia do currículo e a formação dos professores, num horizonte cultural e cívico, a Escola, a sala de aula e as diversas áreas do saber são, entre outros, temas de reflexão tendo como chaves e campos de problematização a educação, a cultura e a cidadania, numa dimensão escolar e não escolar. No centro da reflexão e investigação está a pessoa, ainda e sempre. 176 pp., 2009, Colecção: Textos/67, ISBN: 978-972-36-1008-6 / 13 euros |
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O PODER LOCAL EM MOÇAMBIQUE Tiago Matos Fernandes No continente africano, o estudo do Poder Local não pode ser realizado sem se levar em consideração a existência de uma diversidade de actores políticos locais que, para além das próprias instituições de poder político oficial (órgãos municipais ou entidades equiparadas), exercem funções político-administrativas no mesmo espaço territorial. É esse o caso, em Moçambique, dos titulares dos órgãos da administração local do Estado e de uma grande diversidade de autoridades tradicionais ou comunitárias que competem com os órgãos da administração local autárquica pelo exercício de prerrogativas do poder político local. Em tese, este fenómeno de justaposição e concorrência de poderes locais pode dificultar o principal objectivo programático delineado para o processo de descentralização levado a cabo em Moçambique desde o início da década de 1990: a construção de um Poder Local que promova o desenvolvimento local participativo e que simultaneamente respeite o princípio da unidade e soberania do Estado. Na presente obra, procede-se à validação desta tese a partir da análise desse processo, numa perspectiva histórica, descritiva e compreensiva, e com base num estudo de caso realizado no município da Ilha de Moçambique, na Província de Nampula. 234 pp., 2009, Colecção: Textos/68, ISBN: 978-972-36-1014-7 / 15 euros |
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PEDRO PESCADOR José Viale Moutinho com ilustração de Carla Cabral [Incluído no Plano Nacional de Leitura - LER +] Neste livro narram-se as aventuras de Pedro, um rapaz que, atraído pela actividade da pesca, deixa que o sonho se misture com a realidade, permitindo-lhe, desta forma, viver grandes aventuras sem sair da casa de banho da sua casa. O avô deu ao Pedro uma cana de pesca e ensinou-o a pescar. Porém, o rapazinho, a passar uns dias de férias na aldeia, não tem tempo para praticar na ribeira. Regressado ao apartamento, na grande cidade, reinventa o rio na banheira e faz uma pescaria fantástica! 48 pp., 2009, Colecção: Tretas e Letras/60, ISBN: 978-972-36-1010-9 / 12 euros Veja aqui outros livros incluídos no Plano Nacional de Leitura [Ler+] |
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JUSTIÇA SOCIAL E EDUCAÇÃO Vozes, silêncios e ruídos na escolarização das raparigas ciganas e payas Laura Fonseca Esta obra incide sobre feminilidades jovens e transições educacionais que as raparigas dos anos 2000 estão a percorrer, focando em particular as suas «experiências e subjectividades», onde se cruzam, de forma complexa, oportunidades, desejos e lutas por aperfeiçoamento educacional com formas estereotipadas de feminilidade, novas feminilidades em torno do girl power, em contextos diversos de classe social e origem étnica. O enquadramento da discussão situa-se em torno das teorias da justiça social e dos debates contemporâneos sobre redistribuição, reconhecimento, participação, abarcando ainda questões de poder e «autonomia da acção humana», de cuidado e solidariedade. 400 pp., 2009, Colecção: BCS/Ciências da Educação/27, ISBN: 978-972-36-1013-0 / 20 euros |
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Revista Educação, Sociedade e Culturas 27 Dossier: Jovens, percursos e transições em instituições e comunidades educativas Direcção de José Alberto Correia 242 pp., 2009, Colecção: Revista ESC/27, ISSN: 0872-7643 / 15 euros |
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Revista Ex Aequo 18 Dossier: Género e Mercado de Trabalho Direcção de Teresa Pinto As relações de género no mercado de trabalho provocaram mudanças assinaláveis nas condições de vida das mulheres, embora mais nuns contextos e estratos sociais que noutros. No entanto, os estudos confirmam a persistência de padrões de segregação sexual e práticas discriminatórias, no quadro das complexas dinâmicas que atravessam as sociedades contemporâneas. Esta é a problemática abordada no dossier temático deste número da Revista. 200 pp., 2009, Colecção: Revista ExAequo/18, ISSN: 0874-5560 / 13 euros |
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MIGRAÇÕES Permanências e Diversidades Maria Beatriz Rocha-Trindade Reúnem-se neste livro as intervenções dos vários participantes do seminário «Migrações e Migrantes» realizado na Universidade Aberta. Este livro retrata exemplarmente várias das facetas das migrações, dos que partiram e dos que vieram, traçando o perfil de várias das comunidades estrangeiras residentes em Portugal (chineses, brasileiros, ucranianos, cabo-verdianos...), as representações que têm do país de acolhimento, a actividade económica que desenvolvem e a relação com o país de origem. Aqui também se fala dos portugueses que partiram, da primeira e segunda gerações de migrantes, e daquilo que de novo trouxeram para Portugal, país de origem, a forma que encontraram de se organizarem no país de destino e as estratégias que encontraram para promoverem a cultura e atenuarem as saudades da sua terra. 396 pp., 2009, Colecção: Biblioteca das Ciências Sociais/Plural/11, ISBN: 978-972-36-1017-8 / 20 euros |
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LUGAR DE ESTUDO Fernando Echevarría «...Num ritmo vagaroso, em que a substância de cada palavra é extremamente valorizada, o poema vai instaurando o lugar da presença ou de uma correspondência actual de diversos planos da realidade». (António Ramos Rosa) «... Mas em todos este percurso feito em meditação há também uma concepção musical que se implanta, uma alegria feita de ritmo e de imagem sonora...». (Ana Hatherly) 64 pp., 2009, Colecção: Poesia/64, ISBN: 978-972-36-1018-5 / 16 euros |
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A ÁRVORE DE NATAL DO SR. MINISTRO Crónicas arborescentes Paulo Ventura Araújo As crónicas aqui coligidas falam de árvores, citadinas ou não; de cidades, com ou sem árvores; de jardins e de espaços naturais. São três as cidades eleitas: o Porto, onde o autor se formou e onde vive; Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira, a mais bonita das cidades portuguesas; e Londres, onde o autor dá livre curso à sua anglofilia a pretexto de jardins, parques e cemitérios. Há ainda incursões por vários outros lugares do nosso país, da ria de Aveiro ao Minho e a Trás-os-Montes, e considerações judiciosas sobre a árvore de Natal, sobre a cromofobia (doença para a qual o autor foi o primeiro a alertar o público), sobre painéis publicitários nas estradas, e sobre pesca à linha. Neste livro alia-se a crónica ficcionada sobre botânica com excelentes fotografias de árvores. 208 pp., 2009, Colecção: Viver é Preciso/22, ISBN: 978-972-36-1012-3 / 18 euros |
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DIÁLOGO INTERCULTURAL Intercultural Dialogue Luís Humberto Marcos (Coord.) «Como quer que seja, deixem-me salientar o quanto este Consurso de Cartoons se inscreve plenamente nos objectivos e propósitos do Ano Europeu do Diálogo Intercultural, constituindo um importante contributo para fomentar a necessária educação para a diversidade cultural junto do grande público e, sobretudo, das faixas etárias mais jovens, naturalmente adeptas desta expressiva forma de comunicação. (...) Espero sinceramente que os trabalhos apresentados no âmbito deste concurso e agora aqui coligidos possam contribuir para uma visão positiva do valor deste poderoso instrumento educativo para fomentar o respeito pela diversidade cultural.» (Jorge Sampaio, Prefácio) O conteúdo deste livro é o resultado do II Concurso Europeu de Cartoon. Na linha do PortoCartoon World Festival que entrou já na 11ª edição, pretende lançar-se um olhar transversal sobre os grandes lemas europeus da actualidade. Centenas de trabalhos, de dezenas de cartunistas e países ajudam-nos a pensar melhor. Sempre com muito humor.. 108 pp., 2009, Colecção: Álbuns/109, ISBN: 978-972-36-1019-2 / 15 euros |
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TRATADO DE YÔGA Mestre DeRose Esta é a mais completa obra de yôga já publicada em todo o mundo, em toda a história do yôga: contém 58 exercícios respiratórios, 32 mantras, 27 kriyás, 52 exercícios de concentração e meditação, 108 mudrás com as suas ilustrações e mais de 2000 técnicas corporais com as respectivas fotografias. Sobre o autor: Com quase 50 anos de carreira e 24 anos de viagens à Índia, DeRose é um educador celebrizado em filosofia oriental, um profissional que se dedica a escrever sobre vários temas: comportamento, ficção, boas maneiras, contos, gastronomia, biografia, filosofia, etc. Conta com mais de 20 livros escritos, publicados em vários países e mais de um milhão de exemplares vendidos. 976 pp., 2009, Colecção: Alternativas/11, ISBN: 978-972-36-0989-9 / 65 euros |
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NADIR AFONSO Itinerário (com)sentido Agostinho Santos Este livro é reflexo de uma conversa entre Nadir Afonso e Agostinho Santos, mantida ao longo de dias, dos tempos, subindo ou percorrendo ora uma escada ora uma avenida no conhecimento do perfil e da obra de Nadir Afonso, para quem "a arte é a chama que lhe dá sentido à vida, é o ar que respira". Aqui se reúne a obra de Nadir Afonso, acompanhada de textos de Júlio Resende [O rigor a a clareza de uma aventura], Laura Esteves Afonso [A Arte para Nadir é a chama que lhe dá sentido à vida] e Maria José Magalhães [Entre a liberdade e a disciplina através do rigor criativo], entre outros. [Edição trilingue: Português, inglês e castelhano], 388 pp., 2009, Edição cartonada com sobrecapa em caixa, Colecção: Álbuns/107, ISBN: 978-972-36-1009-3 / 75 euros |
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UM POR CEM Um Olhar sobre as repúblicas de Coimbra Margarida Madeira, com textos de Teresa Carreiro As imagens que aqui temos atravessam o colorido das Repúblicas de Coimbra, a sua aparente desordem, as marcas de apropriação e de identidade dos lugares, deixando transparecer aspectos vitais das culturas juvenis que aí se desenvolvem. Margarida Madeira trabalhou o tema com liberdade, tirando partido da diversidade de “cenários” e das experiências por eles sugeridas. Olhando com detalhe, a sua objectiva captou fragmentos da realidade com extrema sensibilidade, longe de nos presentear com restos de um qualquer admirável mundo velho. Há um cunho intimista nestes olhares. As fotografias desvendam, mais do que mostrar de raspão os estilos de vida que nas Repúblicas se continuam a acobertar. 184 pp., 2009, Colecção: Álbuns/108, ISBN: 978-972-36-1011-6 / 40 euros |
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DEPOIS DE 1950 António Quadros Ferreira O que António Quadros Ferreira se propõe fazer neste livro é perguntar o que se passou na segunda metade daquele que é o século mais marcante da história da arte e por isso da história do mundo. «Depois de 1950» é assim todo um programa historiográfico. De uma historiografia do quase-futuro. Por detrás da aparente inocência deste título, esconde-se um curioso processo de análise dos últimos 55 anos da história da arte. 356 pp., 2009, Colecção: Álbuns/106, ISBN: 978-972-36-1007-9 / 23 euros |
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AS LETRAS COMO POESIA Vitorino Almeida Ventura Ensaio poético sobre as letras das músicas da «Banda do Casaco» (António Avelar de Pinho), «Belle Chase Hotel» (JP Simões), «Clã» (Carlos Tê), «GNR» (Rui Reininho), «Mão Morta» (Adolfo Luxúria Canibal), «Ornatos Violeta» (Manel Cruz), «Sérgio Godinho» (Sérgio Godinho), «Três Tristes Tigres» (Regina Guimarães). 278 pp., 2009, Colecção: Textos/61, ISBN: 978-972-36-0957-8 / 17 euros |
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APRENDIZAGEM E IDENTIFICAÇÃO: O ESPAÇO DAS EMPRESAS Estudo sociológico num grupo empresarial português Luísa Veloso Esta obra resulta de uma investigação centrada na problemática da aprendizagem em contextos empresariais. O estudo tem como campo empírico um destacado grupo empresarial português do sector electromecânico da Região Norte. Analisa-se aqui a forma e as vias de aprendizagem no interior das empresas, como, e em que condições, são mobilizados os respectivos saberes e como se caracterizam as formas e manifestações de identificação dos trabalhadores. Procura-se, deste modo, contribuir para uma melhor compreensão de alguns dos processos de transformação que marcam as sociedades contemporâneas na esfera do trabalho, destacando-se, no campo económico português, determinados grupos empresariais e empresas. 658 pp., 2009, Colecção: Biblioteca das Ciências Sociais/Sociologia/70, ISBN: 978-972-36-1006-2 / 26 euros |
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O PARADIGMA PERDIDO O vale do Côa e a arte paleolítica de ar livre em Portugal António Martinho Baptista De uma forma cuidada, o autor apresenta uma versão devidamente contextualizada no espaço e no tempo das gravuras paleolíticas dispersas ao longo das duas margens no curso final do rio Côa, aproveitando para o efeito os resultados entretanto obtidos em diferentes campanhas arqueológicas e em trabalhos de investigação complementares realizados na região. A descrição e interpretação das gravuras surge, por seu turno, associada a uma prolongada maturação sobre a realidade em apreço, pontuada por pertinentes exemplos comparativos, não sem deixar de reflectir, no final, algumas preocupações associadas à sua conservação para as gerações vindouras. 254 pp., 2009, Colecção: Álbuns/103, ISBN: 978-972-36-0997-4 / 39 euros |
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DESCOBRIR O MAR Mike Weber, Assunção Santos, Ana Ferreira Nascido de um diálogo de amizade entre um escritor e um pintor, este livro renova, nesta 2.ª edição, uma parceria entre a palavra e a imagem e demanda a voz de um adulto que leia baixinho estas estórias de ninar, junto à cabeceira da cama de uma criança na hora de transpor o espelho dos sonhos... 232 pp., 2009, Colecção: Tretas e Letras/59, ISBN: 978-972-36-0994-3 / 14 euros |
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LEMBRANÇAS DA CHUVA Inácio Pignatelli, Manuela Bacelar (ilustração) Conjunto de três histórias para os mais novos: Lembranças da chuva, Aventuras de uma chávena irrequieta e Abruxa amarela ou a bruxa das rosas. «Sempre achei nos dias cinzentos e chuvosos algo de acolhedor. A luz não é tão ríspida e dir-se-ia que as nuvens são como cortinas que tiram aos raios do sol a intensidade mortal. Depois, as janelas são bons olhos para olhar a chuva, e a água a correr tem cantar de regato e refresca. A terra purifica o seu dorso e surge então perfumada e cheirosa. E as pessoas devotam-se mais umas às outras». 36 pp., 2009, Colecção: Tretas e Letras/56, ISBN: 978-972-36-0953-0 / 12 euros |
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MATERIAIS E TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO Contributo para o estudo da arquitectura vernácula da região da serra do Caldeirão Vários autores Numa época em que os processos de globalização contribuem poderosamente para uma homogeneização cultural insípida e banalizadora, o resgate ao esquecimento dos elementos, artes, saberes e ofícios associados ao património vernáculo é uma peça essencial que nos vincula ao nosso passado e que faz luz sobre a nossa identidade. 232 pp., 2009, Colecção: Álbuns/105, ISBN: 978-972-36-1001-7 / 15 euros |
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CRESCER NAS BANDAS FILARMÓNICAS Um estudo sobre a construção da identidade musical de jovens portugueses Graça Mota (Org.) Desde 1986, altura em que a Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto iniciou o programa de formação de Professores de Educação Musical, que se constatou que uma boa parte dos candidatos ao curso tinham não só iniciado a sua formação musical nas Bandas Filarmónicas, como mantinham com estas uma relação significativa de continuidade e de uma pertença muito própria, quer em termos dos laços familiares quer dos afectos e das afiliações culturais e sociais. A investigação que deu origem a este livro teve como objectivo geral a busca de compreensão acerca do papel que a participação nas Bandas Filarmónicas representa na construção da identidade musical de jovens portugueses, contando ainda com a participação da Escola Superior de Educação de Bragança, cuja população estudantil era igualmente susceptível de ser enquadrada, em parte, no perfil acima explicitado. A análise dos dados recolhidos junto dos alunos e ex-alunos das duas instituições permitiu construir social e culturalmente o contexto das Bandas Filarmónicas e compreender o papel que tiveram e continuam a ter na estruturação das suas identidades musicais. 212 pp., 2009, Colecção: Textos/65, ISBN: 978-972-36-1000-0 / 15 euros |
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RIVOLI. 1989-2006 Isabel Alves Costa Este livro ilustra o percurso de Isabel Alves Costa desde o momento em que foi convidada para dirigir o Teatro Municipal Rivoli e o momento do seu afastamento. 392 pp., 2009, Colecção Textos/66, ISBN: 978-972-36-0996-7 / 16 euros |
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HISTÓRIAS DA MENINA MINHÓ-MINHÓ Pedro Barbosa, Emerenciano (ilustração) Nascido de um diálogo de amizade entre um escritor e um pintor, este livro renova, nesta 2.ª edição, uma parceria entre a palavra e a imagem e demanda a voz de um adulto que leia baixinho estas estórias de ninar, junto à cabeceira da cama de uma criança na hora de transpor o espelho dos sonhos... 2ª edição, 56 pp., 2009, Colecção: Tretas e Letras/21, ISBN: 978-972-36-0999-8 / 12 euros |
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DEIXAR A TERRA Uma Viagem Fotográfica com Bernardo Markowsky «Certo dia de Abril tornou-se de repente claro para mim que apenas uma coisa me poderia salvar: uma viagem», disse Juri Trifonov. Exactamente, foi assim que tudo se passou comigo, mesmo que não num dia de Abril. Tal como um desses viageiros que deram em caminheiros, tive de aprender que a viagem não tinha fim. Ao contrário dos turistas, que procuram, o caminheiro é aquele que descobre, e que por isso encontra sempre algo inesperado. «Eu podia ser o outro». Se o sentido de solidariedade não se extinguiu ainda, se não se desmoronou sob o assalto das novas impressões, se não se dissolveu no temor pela sobrevivência, então é impossível não sentir empatia fraterna pelos que sofrem, e que encontramos no nosso caminho. Sigo aquela luz que deixa um desenho. (...) [do texto de apresentação do autor] 144 pp., 2009, Colecção: Viver é Preciso/21, ISBN: 978-972-36-1002-4 / 19 euros |
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POPULAÇÃO E SOCIEDADE Nº 16 A Companhia e as Relações Económicas de Portugal com o Brasil Revista do Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade dirigida por Fernando Sousa Em 1756, no âmbito da política pombalina de fomento económico e reorganização comercial do país, de inspiração mercantilista, assente na formação de várias companhias monopolistas e privilegiadas, foi criada a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, destinada a garantir e promover a produção e comercialização dos vinhos do Alto Douro, a travar a concorrência de outros vinhos portugueses de inferior qualidade, a limitar o predomínio e mesmo o controlo desta actividade económica pelos ingleses e, logicamente, a aumetar os rendimentos da Coroa provenientes do comércio dos Vinhos do Alto Douro, que vieram a ser uma das maiores fontes de receita do Estado português. 368 pp., 2008, Colecção: Revistas, EAN: 977087318600215 / 22 euros |
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CIBERJORNALISMO As potencialidades da internet nos sites noticiosos portugueses Fernando Zamith Os sites noticiosos portugueses têm sido pouco estudados. Será um reflexo, talvez, da fase rudimentar em que o ciberjornalismo português ainda se encontra, fruto do desinteresse que as empresas têm demonstrado por esta área. Nos últimos anos, contudo, começaram a surgir sinais de mudança, muito pelos efeitos que a expansão da Internet está a ter na vida das pessoas e, consequentemente, nos hábitos de consumo (e produção) de notícias. Neste livro, é feito um diagnóstico do jornalismo português na Internet, através do estudo da sua (pouca) adaptação às características do novo meio, complementado com a perspectiva de profissionais e académicos. 116 pp., 2008, Colecção: Comunicação, Arte e Informação (CAI)/6, ISBN: 978-972-36-0995-0 / 10 euros |
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PORTO, CULTURA EM MOVIMENTO Painéis Temáticos das Retaguardas dos Autocarros da STCP (1998-2002) Helder Pacheco Retra-se agora em livro a iniciativa da STCP, lançada em 1998, «Rectaguardas Temáticas», que pôs a circular na cidade do Porto e conselhos limítrofes cerca de 46 autocarros com imagens de personagens e personalidades ligados à região: da visão e arrojo do Infante D. Henrique à solidariedade do Duque da Ribeira, da poesia de Florbela Espanca ao talento de Guilhermina Suggia, passando pelo papel marcante de Aurélia de Sousa, da pena profusa de Camilo Castelo Branco, etc... 163 pp., 2008, Colecção: Álbuns/104, ISBN: 978-972-36-0998-1 / 23 euros |
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LOS MOROS Retábulo para uma novela (2a edição revista) José Viale Moutinho Nos finais da década de 1980, o comandante Baltazar Negrões, homem de convicções monárquicas, nostálgico de Paiva Couceiro e D. Sebastião, Mestre em História Medieval e Assistente da Faculdade de Letras do Porto, partiu da cidade donde houve nome Portugal, à frente de um bando de vinte e três milicianos de vária condição e estirpe, com a missão gloriosa de reconquistar a aldeia de San Felices de los Moros, na margem do Rio Águeda a breve distância de Castelo Rodrigo, por direito adjudicada à coroa. «E agora ali estavam eles conta um dos narradores de Los Moros para recuperar uma povoação desde os tempos do senhor D. Dinis que, apesar de consignada portguesa em documento oficial, o Tratado de Alcanizes, fora subtilmente subtraída ao território nacional». 108 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0993-6 / 12 euros |
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AS VOZES DO MUNDO Boaventura de Sousa Santos As vozes do mundo é um livro de narrativas e discursos práticos por parte de activistas e dirigentes dos movimentos sociais estudados no projecto «Reinventar a Emancipação Social: Para Novos Manifestos», recolhidos em longas entrevistas. 536 pp., 2008, Colecção: Reinventar a Emancipação Social: Para Novos Manifestos/6, ISBN: 978-972-36-0978-3 / 22 euros |
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AS ÁGUAS DO DOURO Gaspar Martins Pereira (Coord.) Escrito a dez mãos, este livro busca cruzar vários olhares e saberes sobre os diferentes aproveitamentos das águas do rio Douro, tanto como o papel que ele desempenhou ao longo da história e as representações que motivou: O Douro na história, Amândio Morais Barros e Gaspar Martins Pereira Um rio para dois países, Maria da Conceição Meireles Pereira O rio cantado, A. M. Pires Cabral As artes e o rio, Lúcia Rosas Ofícios e tradições do Douro, Teresa Soeiro Rio Douro: caracterização ecológica e valores ambientais, Rui Cortes A força das águas, Rui Leitão Um rio para navegar, Francisco Lopes Desta água beberei, J. Novais Barbosa 344 pp., 2007, Colecção Álbuns/102, ISBN: 978-972-36-0992-9 / 38 euros |
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RUI AGUIAR Antologia de Trabalhos 1972-2007 Rui Aguiar com textos de vários autores Antologia de trabalhos do autor acompanhados por textos de Bernardo Pinto de Almeida, Eduardo Paz Barroso, Fátima Lambert, Fernando Azevedo, Fernando Pernes, Joaquim Matos Chaves, José Maria França, Laura Castro, Mário Cléudio e Tomáz Vieira 146 págs., 2008, ISBN: 978-972-36-0991-2/ 23 euros |
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A Revolução Soviética, hoje! Ensaio de releitura da revolução de 1917 Mário Machaqueiro Nesta obra procura-se reinterpretar a Revolução Russa de 1917, enquanto experiência de transição societal, à luz dos novos interesses das ciências sociais neste início de século. Partindo dos textos e das acções produzidos pelos principais intervenientes (líderes e actores anónimos dos movimentos sociais), procura-se mostrar que o processo revolucionário entre Fevereiro e Outubro de 1917 não assistiu à definição e à imposição de um paradigma inequivocamente dominante. Defende-se aqui que o colapso da autocracia czarista ocorreu sem que houvesse, na Rússia, um modelo sociopolítico equipado com soluções duradouras e consensuais. Nesse sentido, a conquista do aparelho de Estado pelos bolcheviques não terá sido sustentada por um sistema integrado e coerente de ideias capaz de fornecer uma alternativa global para os problemas com que a Rússia se defrontava. E aquilo a que se chamou «leninismo» foi, acima de tudo, uma reconstrução tardia que serviu para rasurar a complexidade interna, as contradições, as hesitações, os ensaios e erros, as ilusões e os desenganos que perfizeram a trajectória de Lénine e do bolchevismo em geral, e que acabaram por gerar uma das grandes tragédias sociais e políticas do século XX, cujos efeitos continuam a ecoar nos dias de hoje. O livro analisa igualmente as representações e as estratégias identitárias que mobilizaram os actores sociais ao longo dos acontecimentos históricos de 1917 e dos primeiros anos do poder soviético, dando particular relevo à inserção ambivalente da Rússia entre a Ásia e a Europa, entre o Oriente e o Ocidente, e explorando o seu possível impacto nas escolhas geopolíticas dos comunistas russos. 342 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0987-5, 20,00 euros |
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CULTURA POPULAR PORTUGUESA Práticas, Discursos e Representações Clara Sarmento Este livro é um estudo interdisciplinar que demonstra como a vida de uma comunidade e seus valores podem ser compreendidos através da análise das formas de expressão cultural e estética que fazem parte do seu quotidiano. No caso das comunidades lagunares da Ria de Aveiro, embarcações como o barco moliceiro, seus painéis decorativos, suas actividades e técnicas revelam conhecimentos diversos e inesperados, únicos na cultura popular portuguesa. Os barcos moliceiros e os seus painéis, mais do que um caso de tradição versus moderni dade, são produto de uma rede de circunstâncias geográficas, históricas, sociais e económicas, dificilmente reconhecidas mesmo por aqueles que desenham, pintam e escrevem e vivem sob a sua influência. Ao longo dos tempos, o moliceiro e os seus painéis participaram numa complexa dialéctica entre as representações dos discursos políticos, etnográficos e dos media e a sua real função social, económica e simbólica, gerando todo um imaginário em redor desta forma singular de arte popular. Esta obra privilegia temas marginais, muitas vezes polémicos e tendencialmente igno rados pelas hegemonias académicas. Ao mesmo tempo, oferece uma estrutura teórica passível de ser aplicada a tantos outros temas e contextos da cultura portuguesa. A investigação participante originou uma reflexão prática, e não meramente livresca, que ultrapassa a particularidade dos estudos de caso e contraria as formas de consumo a que o barco moliceiro esteve sujeito. Este livro é acompanhado por um CDRom com uma base de dados consultável de todos os barcos moliceiros registados ao longo do século XX e com uma colecção organizada de mais de 1400 imagens recolhidas no terreno e em arquivo. 492 págs., 2008, ISBN: 978-972-36-0986-8 / 22 euros |
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AEIOU - HISTÓRIA DAS CINCO VOGAIS - 7ª edição Luísa Ducla Soares, Manuela Bacelar Livro dirigido às crianças que estão a aprender a ler. As autoras, num desfile de vogais, apresentam uma história bem colorida e divertida para bem aprender o «aeiou». [Incluído no Plano Nacional de Leitura - LER +] 7ª edição, 32 págs., cartonado, 1979, ISBN: 978-972-36-0501-5, Colec. Tretas e Letras/5 - 8 euros Veja aqui outros livros incluídos no Plano Nacional de Leitura [Ler+] |
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OS OVOS MISTERIOSOS - 12ª edição Luísa Ducla Soares, Manuela Bacelar [Selecção White Ravens 1995, International Youth Library] Era uma vez uma galinha que todos os dias punha um ovo. E todos os dias vinha a dona, com uma cestinha, tirar-lho. «Já pus 1000 ovos. Podia ser mãe de mil filhos. Mas não tenho nenhum por causa da gente gulosa» cacarejou certa manhã a galinha «Vou fugir...» Começa assim a história de uma galinha que queria ser mãe de verdade...» [Incluído no Plano Nacional de Leitura - LER +] 12ª edição, 36 págs., cartonado, 1994, ISBN: 978-972-36-0338-5, Colec. Tretas e Letras/série Triciclo Voador/ 3 - 8 euros |
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O LIVRINHO DAS ADIVINHAS - 5ª Edição José Viale Moutinho, Fedra Santos Para que serve uma adivinha? Pois para testar a rapidez do raciocínio, para medir as forças mentais entre quem pergunta e quem responde. Ah, e mesmo a memória também anda metida nisto de diversos modos. Estas adivinhas fazem parte do nosso património cultural e como tal devem ser resguardadas do esquecimento. Para a organização deste livro houve o cuidado de seleccionar as espécies mais urbanas, ainda que deixássemos aberta uma porta da varanda para o universo rural. [Incluído no Plano Nacional de Leitura - LER +] 48 págs., cartonado, 2005, ISBN: 978-972-36-0795-6 / 9 euros |
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OBJECTOS IMPUROS Experiências em Estudos sobre a Ciência João Arriscado Nunes, Ricardo Roque (Orgs.) Os Estudos sobre a Ciência configuram, hoje, um campo transdisciplinar e fortemente internacionalizado de investigação, que toma como objecto as práticas, instituições e objectos associados à produção, circulação e apropriação social dos conhecimentos científicos. Este livro reúne um conjunto de ensaios que procuram dar a conhecer alguns dos trabalhos produzidos pela geração mais recente de investigadores portugueses no campo dos Estudos sobre a Ciência e situá-los no diálogo com debates e orientações de pesquisa recentes que têm marcado este campo no plano internacional. Pretende-se assim contribuir para a consolixdação, em Portugal, do espaço próprio da investigação científico-social sobre as ciências e para o aprofundamento da sua inserção internacional. 328 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0985-1 / 17 euros |
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PELAS LINHAS DA NOSTALGIA Passeios a pé nas vias férreas abandonadas Rui Cardoso, Mafalda César Machado Tal como as vias romanas, os trilhos dos contrabandistas, as estradas militares ou os itinerários de transumância pastoril, estes caminhos são parte integrante do nosso património e da nossa memória colectiva. Não os deixar desaparecer, popularizá-los e dar-lhes nova vida é o objectivo deste livro. Desde as linhas de via estreita do Douro e Vouga, aos raios da antiga «Estrela de Évora», sugerem-se caminhadas sobre troços ainda com carris, trajectos em ciclovias ou itinerários por plataformas onde em tempos houve linha e que, às vezes, já mal se reconhecem, quando não se confundem com outras veredas. 240 págs., 2008, ISBN: 978-972-36-0971-4 / 14 euros |
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SOCIEDADE E TERRITÓRIO 41 Cidadãos, Território, informação Revista de Estudos Urbanos e Regionais Director: António Fonseca Ferreira 160 págs., 2008, ISSN: 0873-6308-41 / 16 euros |
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O TRIÂNGULO DA GRAVURA/ The Triangle of Printmaking Trabalhos em Gravura Vários autores Livro/catálogo da exposição realizada no Museu Nacional da Imprensa, dos trabalhos, executados na técnica de Gravura, de vários autores provenientes do Japão, da Holanda e de Portugal 72 págs., 2008, ISBN: 978-972-36-0990-5 / 12 euros |
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A RIMA DO ROMEU Eric Many Aqui se conta a história do facochero Romeu que procura uma rima para o seu poema. Mas é tanta a confusão causada por palavras novas que os seus amigos não compreendiam que, de repente, a floresta inteira anda à procura de uma prima do Romeu que lhe está a causar uma grande problema. Lê o livro para ficares a saber como acaba esta confusão. 36 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0952-3, 12,00 euros |
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O Grande Livro das Adivinhas José Viale Moutinho, Fedra Santos (Ilustração) O que é que é que é devorado e fica inteiro, faz rir e pensar, e correr para contar? [Resposta: está no Grande Livro das Adivinhas!] 116 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0984-4, 19,00 euros |
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A CASA POPULAR DO ALGARVE Espaço rural e urbano, evolução e actualidade José Manuel Fernandes, Ana Janeiro Esta obra procura desenvolver uma análise estruturada, referindo de modo sistemático em texto e imagem os materiais e técnicas utilizados nas construções tradicionais, as tipologias de casa mais características, e os exemplos mais qualificadis ou notáveis. Isto através do registo de obras existentes, seleccionadas, descritas e fotografadas (por vezes desenhadas), seguindo-se a sua análise, comentários e leituras de enquadramento, por meio de um texto de conjunto. Assim, através de exemplos concretos das edificações algarvias mais características e representativas, pretende-se levar ao conhecimento do público o muito valioso património arquitectónico vernáculo e popular que tanto contribui para a beleza da paisagem rural e regional do Algarve. 156 págs., 2008, ISBN: 978-972-36-0980-6 / 13 euros |
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DAS «CIÊNCIAS» DOCUMENTAIS À CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO 2ª edição Ensaio epistemológico para um novo modelo curricular Armando Malheiro da Silva, Fernanda Ribeiro Este livro lança a reflexão sobre as Ciências da Informação e traça perspectivas relativamente à organização do conhecimento na actual Sociedade da Informação. 174 págs., 2002, ISBN: 978-972-36-0622-5 / 10 euros |
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EDUCAÇÃO SOCIEDADE E CULTURAS 26 STEPHEN R. STOER - Textos escolhidos Revista do CIIE (Centro de Investigação e Intervenção Educaivas - Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação O número desta Revista pretende cartografar o trabalho, o pensamento e o percurso analítico de Stephen R. Stoer, desaparecido quase há dois anos.Publicam-se aqui os textos que evidenciam a introdução de problemáticas e questões que Stoer trabalhou e que deixaram rasto: o Estado, as políticas educativas e a mudança social na periferia europeia; a construção da escola de massas na semiperiferia europeia; a educação intercultural; a politização da cultura; diferença, identidade e a construção da União Europeia 242 pp., 2008, ISSN: 0872-7643, 15,00 euros |
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DUPLO ESPLENDOR Gonçalo Salvado «[...] Uma muito particular mística se anuncia neste livro e na poética de Gonçalo Salvado. A mulher, sol e fruto de uma sombra que desenha a doçura, a consciência desperta ante o sortilégio de um amor sempre sonhado. O amor, como a poesia, embriaga e desperta, conduz o viajante entre palpáveis e férteis segredos. As palavras têm som e perfume, cor e música, asas e estrelas e esse dom, essa oferenda de uma natureza íntima é o dom do corpo, um corpo amado e que ama em correspondências que anunciam a nupcial, inicial, aliança do humano e do Cosmos, do Cosmos e do divino. [...]» (do prefácio) 112 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0983-7 / 12,00 euros |
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VER O PORTO 25 Anos de Escrita sobre a Cidade Helder Pacheco Helder Pacheco é um nome incontornável da história da cidade do Porto. Há 25 anos que esse é o seu labor. Com razão e coração, de forma intensa, o autor fez da cidade, do resgate das suas histórias e memórias, o móbil da sua vida contribuindo para o seu conhecimento e dignificação.O livro que agora se publica é precisamente o volume comemorativo dos 25 anos de escrita sobre a cidade. Com prefácio de Miguel Veiga, este livro representa o percurso de um portuense atento ao que se passou na sua cidade, que se assume como testemunha implicada nos acontecimentos. 224 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0977-6 / 46 euros |
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CRENÇAS, RELIGIÕES E PODERES Dos Indivíduos às Sociabilidades Vítor Oliveira Jorge, José M. Costa Macedo (Orgs.) Obra colectiva, multivocal, diversificada, é resultante da 11ª mesa-redonda de Primavera realizada na Faculdade de Letras do Porto em 22 e 23 de Março de 2007. Nela, autores de formações e actividades muito diferenciadas procuram pensar as relações entre as crenças, as religiões e os poderes... três âmbitos evidentemente vastíssimos, abertos a uma multiplicidade de interpretações e perspectivas, sobre os quais cada um apresenta um contributo resultante da sua investigação e reflexão. É essa variedade que faz a riqueza desta obra, onde participam também investigadores estrangeiros, e na qual foi dada aos intervenientes a liberdade de optarem por um tema de sua eleição. Este livro prolonga o prazer daqueles dois dias de exposições e debates livres, e procura estendê-lo a todos os leitores. Cada texto constitui uma espécie de «aperitivo» para, consoante o interesse de cada um, o desenvolvimento de questões que vão da filosofia à história, da sociologia à arqueologia, da religião à educação (entre outros campos), mas que interessarão também genericamente no que em todos eles se anuncia de perspectivas sugestivas em torno de questões tão «quentes» e actuais como são as dos poderes, por vezes tão subtis e difusos, e das variadas formas da crença, tanto as formalizadas e públicas como as que residem na intimidade de cada um de nós. Um diálogo tanto quanto possível aberto, que visa criar uma «ecologia» de um saber que não pretende ser académico e sistemático, mas rigoroso e aberto à inquietação. 452 págs., 2008, ISBN: 978-972-36-0947-9 / 20 euros |
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ANGOLA, OS BRANCOS E A INDEPENDÊNCIA Fernando Tavares Pimenta Durante décadas a história política dos colonos portugueses em África foi um assunto tabu em Portugal. Mas, trinta anos volvidos sobre o fim do Império, é chegado o tempo de a repensar e de vencer os silêncios do passado. Neste sentido, este livro analisa a história dos brancos angolanos, discute as suas identidades políticas e as suas opções nacionalistas, examina as suas relações atribuladas com o poder metropolitano e com as guerrilhas africanas e fala dos seus múltiplos combates pela independência de Angola. Independência que se realizou em condições dramáticas, na sequência da exclusão política final da população branca do processo de descolonização e contemporanea mente ao êxodo para o exterior da sua grande maioria. 502 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0982-0, 22,00 euros |
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DICIONÁRIO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS Fernando Sousa [Dir.] 2ª edição revista e aumentada Esta obra destina-se, antes de tudo, a servir de instrumento de base para os alunos universitários de Relações Internacionais, o que não impede, longe disso, que seja também uma obra de consulta para todos aqueles que se preocupam com as Relações Internacionais contemporâneas, com a Política Internacional, com a Globalização, com as profundas transformações/rupturas que se fazem sentir nesta viragem do século XX para o século XXI, enfim, para todos aqueles que procuram compreender a realidade internacional, as grandes ten dências do mundo em que vivemos as mutações, tensões e riscos actuais, como diria Chagnollaud marcadas pela implosão da União Soviética e o desaparecimento do mundo comunista ocidental; pelo desenvolvimento imperial dos EUA; pela afirmação económica da China que mantém um frágil, precário e incerto equilíbrio, balançando entre o socialismo/capitalismo e a ditadura/democracia; pela emergência do colosso indiano; pelas hesitações do mundo islâmico, oscilando entre o integrismo e a modernização; pelo alargamento da União Europeia; pelo terrorismo internacional e pelo desafio ambiental. Nesta perspectiva, preocupou-nos menos a erudição, o carácter exaustivo ou demasiado especializado da informação, a discussão teórica aprofundada, os debates «interparadigmáticos» e inacabados, e, pelo contrário, mais a definição breve mas rigorosa das teorias, doutrinas e dos conceitos de base mesmo sabendo nós que o vocabulário das Ciências Sociais varia de autor para autor e não pára de evoluir , a pluridisciplinaridade que favorece a comparação e ajuda a descobrir a própria natureza e estrutura das Relações Internacionais, no contexto mais amplo das Ciências Sociais e Humanas. Não se trata, portanto, de um dicionário de História das Relações Internacionais, ou de um dicionário de Geopolítica e muito menos de um dicionário de Política ou de políticos. Trata-se, isso sim, de uma obra didáctica, generalista, actual, que constitui assim esperamos uma iniciação útil, e serve de referência e orientação para alunos e leitores que pretendam iniciar-se nas Relações Internacionais. 2ª edição revista e aumentada, 274 págs., 2008, ISBN: 978-972-36-0981-3 / 17 euros |
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MANUAL DE SOCIOLOGIA DO CRIME Helena Machado Por que é que determinados indivíduos cometem crimes e outros não? Por que é que alguns são classificados como criminosos e outros não? Por que é que os homens tendem mais a praticar crimes do que as mulheres? Quais podem ser as responsabilidades da sociedade perante o criminoso: punir, tratar ou reinserir? Como é que evoluiu a visão social sobre o crime, da Antiguidade aos dias de hoje? De que fontes de informação e técnicas de pesquisa dispõem os investigadores na área da abordagem sociológica do crime? Que teorias se desenvolveram no seio da Sociologia para explicar a ocorrência do crime e as codificações do criminoso? Este livro apresenta algumas respostas possíveis a estas questões, deixando em aberto pistas de estudo e de análise do fenómeno do crime na vertente das relações sociais e institucionais. Redigido numa linguagem acessível, é um manual de ensino e de aprendizagem na área da Sociologia do Crime, seguindo as novas metodologias pedagógicas preconizadas pelo denominado Processo de Bolonha. Trata-se de um texto que pode interessar a estudantes e a docentes do ensino superior, de áreas diversas como as da Sociologia, da Criminologia, do Direito, da Antropologia, da Psicologia Social, do Serviço Social, da Reinserção Social e da Animação Sociocultural. 126 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0979-0 / 12 euros |
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CADERNOS DE LITERATURA COMPARADA 18 «Viagens» (Revista do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa/Flup) Desde os primórdios dos tempos e com diferentes motivações e funcionalidades, o ser humano sempre viajou. A acompanhar essa actividade, outra se lhe encontrou associada, também ela quase tão antiga como a humanidade: a da narração. O ser humano parte e depois regressa enriquecido com histórias que partilha com os outros. Não admira que, desde a fixação da escrita, as narrações do homo viator e do iter tenham feito parte essencial dos textos narrativos.Artigos de: Abdelilah Suisse, Ana Paula Coutinho Mendes, Andreia Silva, Catarina Ramos, Gonçalo Vilas-Boas, José Domingues de Almeida, José Eduardo Barreiro dos Reis, Luís Miguel Queirós, Lurdes Gonçalves, Márcia Lemos, Maria Cristina Firmino Santos, Maria de Fátima Outeirinho, Marta Lúcia Pereira Martins, Paulo Eduardo Carvalho, Pedro Eiras, Sérgio Nazar David e Teresa Martins de Oliveira. 280 págs., 2008, ISSN: 1645-1112 / 16 euros |
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SOBRE O TEMPO Aristóteles, Plotino, Sto. Agostinho, Kant, Bergson, Husserl, Heidegger, Conclusões José Reis Percorrendo os Autores mais importantes no estudo do tempo, o presente tratado não só expõe as suas doutrinas como descobre, ao aprofundá-las, várias perspectivas novas. Tão novas que não se encontram em mais nenhuma obra, na nossa ou noutra língua. Só dois ou três exemplos: Em Aristóteles, anteriormente à sua teoria do tempo como a forma do movimento, há o imemorial espaço-de-sucessão-vazio aberto às nossas acções. O tempo concreto original é o próprio movimento do Sol. Mas tendo-nos nós habituado a ele e estando antes preocupados com os diferentes afazeres, voltámos-lhe literalmente as costas, assim restando apenas o tempo abstracto. Por sua vez Agostinho quer medir o tempo. E para isso socorre-se das continuidades da memória e da antecipação. Mas depois os exemplos que dá fazem antes do próprio presente uma dimensão contínua. Pelo que, anteriormente ao tempo «em segunda mão» da memória e da antecipação, ele descobre afinal as duas dimensões do tempo enquanto presente: o «presente actual em que vamos» e o «presente não-actual». E a duração de Bergson pode ser analisada. Pelo que pode mostrar-se, não só como movimento pode constituir uma dimensão concreta e contínua mas também o tempo: podemos avançar concreta e continuamente no «presente actual em que vamos». Mas é o Husserl o maior Autor. Daí que, depois da exposição dos princípios gerais do seu pensamento com a profundidade que nos levará ao seu «primeiro erro», ao «segundo» e ao «terceiro» , venha a análise pormenorizada das Lições sobre o tempo. Descobre-se, entre outras coisas, que o seu tempo transcendente não pode ser o do sujeito e que o constituinte é a agostiniana dimensão do «presente não-actual». 804 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0973-8 / 34 euros |
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O PRAZER E A DOR Diónisos na escola de Apolo José Reis É conhecido o papel que A. Damásio atribui ao sentimento. Ora este é ainda muito mais importante. É ele que é o prazer e a dor, em todas as suas relações e modalidades, físicas e psicológicas a única coisa que move o homem. É isto o que o presente ensaio pretende mostrar não só a partir da Ética de Aristóteles mas mesmo a partir da de Kant; bem como pretende mostrá-lo, no domínio da Religião, a partir de Feuerbach e de Freud. E ao mesmo tempo o dito sentimento, que até agora tem sido tomado como inapreensível como a outra face da Lua , revela-se afinal tão definível, e por isso tão dominável, como tudo o mais. Diónisos, sem perder nada do que o constitui, ao contrário, mostrando-se de um modo tanto mais nítido quanto é rigorosa a sua análise, passa a ir à escola de Apolo. 100 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0974-5 / 10 euros |
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O RAPAZ QUE VIVIA NA TELEVISÃO E outras histórias 2a edição Luísa Ducla Soares, Manuela Bacelar O Tiago era um rapaz com a mania da televisão. Mal acordava, carregava no botaozinho mágico e... zás entrava-lhe na sala a locutora da franjinha... «despacha-te, Tiago, que chegas atrasado à escola! Um dia o aparelho de televisão avariou-se... [Incluído no Plano Nacional de Leitura - LER +] 2a edição, 44 págs., 2002, ISBN: 978-972-36-0620-1 / 9,00 euros |
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A ADIVINHA Peça em 4 actos 3a edição Ilse Losa, Júlio Resende (ilustração) «Na Alfaiataria», «Na estrada, a caminho da Cidade-das-Sete-Torres-Douradas», «Em casa de Lu Petrolina» e «No curro do urso Olaf» são os títulos de quatro textos, alguns deles baseados em contos populares. [Incluído no Plano Nacional de Leitura - LER +] 3ª edição, 68 págs., cartonado, 1994, ISBN: 978-972-36-0324-8 / 10 euros |
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MOÇAMBIQUE Das palavras escritas Margarida Calafate Ribeiro, Maria Paula Meneses (Orgs.) Este livro desafia e convida o leitor a uma viagem de encontro com Moçambique, e com as palavras de escritores como Luís Carlos Patraquim, Mia Couto, Paulina Chiziane, Nelson Saúte ou João Paulo Borges Coelho a par das leituras críticas que deles e de outros autores vêm sendo produzidas por várias vozes, emitidas a partir de vários lugares e em vários tons. As vozes críticas de Fátima Mendonça, Francisco Noa, Ana Mafalda Leite, Maria-Benedita Basto, Phillip Rothwell, David Brookshaw, André Cristiano José, Hilary Owen, Sílvio Renato Jorge, Rita Chaves e Alice Cruz questionam o objecto que motiva este livro e as suas implicações o que é a literatura moçambicana, quem são os escritores moçambicanos em língua portuguesa, que sabedorias trazem as suas vozes, que possibilidades nos dão de encetar outros questio namentos, de abrir outros arquivos ou de inventar outras histórias. 244 págs., 2008, ISBN: 978-972-36-0970-7 / 16 euros |
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POETAS DO ATLÂNTICO Maria Irene Ramalho Esta obra encerra três objectivos principais. Em primeiro lugar, reler a poesia de Pessoa à luz da tradição anglo-americana, com a qual tem tantas afinidades, e, a partir daí, ressituá-la no lugar que lhe cabe no contexto mais vasto do modernismo ocidental. Em segundo lugar, repensar as implicações ideológicas da poesia lírica através, justamente, do confronto de Pessoa com o modernismo anglo-americano. A este respeito, a relação de Pessoa com Whitman reveste-se de grande importância. O modo como Pessoa lê Whitman ajuda-nos a entender melhor a relação dos modernistas americanos com o «poeta da democracia americana». Por sua vez, o seu modo de ler a «nação» elucida--nos sobre o modo como os poetas americanos lêem «América». Por último, este livro destaca uma série de conceitos pessoanos, sugerindo que eles oferecem uma boa estratégia para fazer falar a dificuldade de falar sobre poesia. Por conceitos pessoanos, a autora entende tanto conceitos realmente usados por Pessoa, como conceitos que a leitura de Pessoa a autoriza a atribuir-lhe. Por exemplo: o Atlantismo e a Interrupção, que informam respectivamente o terceiro e o sétimo capítulos, são conceitos como tal formulados por Pessoa. O mesmo acontece com o Desassossego, que na conclusão ajuda a avaliar o contributo de Pessoa para o nosso entendimento da lírica moderna. Por sua vez, a Arrogância e a Intersexualidade, que dão forma ao quarto e quinto capítulos, são conceitos que se deduzem da leitura de Pessoa, com o mesmo objectivo em mente: compreender melhor a lírica moderna através da sua poesia. Maria Irene Ramalho é licenciada pela Universidade de Coimbra e doutorada pela Universidade de Yale. É professora de Estudos Ingleses e Americanos da Universidade de Coimbra e International Affiliate do Departamento de Literatura Comparada da Universidade de Wisconsin-Madison. 328 págs., 2008, ISBN: 978-972-36-0961-5 / 19 euros |
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PÃO E CIRCO Humberto Rocha «Em Portugal os escritores temem falar dos fedorentos. E eu até os entendo. Como se pode escrever sobre coisas que se desconhece? Descer à tripa cagueira era o que faltava! Mais valia escrever uns poeminhas saloios, as croniquetas da Maria Cachucha! Agora descrever chagas e misérias encobertas em grandezas de pano roto, arrotos e suspiros da ralé! Para quê? É deixá-las lá encafuadas nos seus refúgios. São personagens pouco apresentáveis, sem tiques nem falas mansas. Quem se vai inspirar em seres fátuos, sem grandezas, só misérias? Espoliados a vida inteira, a catar o cu e a cabeça, limitando a reles vida a partir pedra e a fazer filhos para a guerra.» (O autor). 136 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0894-6, 12,00 euros |
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SALAZAR, 40 ANOS? Cláudio Torres com a colaboração de Flausino Torres «Aproximava-se o ano de 1966, quando passavam quarenta anos do 28 de Maio de 1926 e a ideia surgiu naturalmente. Era necessário participar mais directa e empenhadamente na denúncia de um regime que parecia eternizar-se no poder; que, apesar do desgaste e do isolamento internacional, continuava a enviar milhares de jovens para as matas africanas e encarcerar todos aqueles que tinham ideias divergentes. Os desenhos começaram a sair envolvidos por vezes num sorriso mordaz, ou apressadamente esquematizados num discurso incipiente. Para organizar um texto justificativo e coerente recorri ao meu pai, Flausino Torres, já então exilado em Argel, onde colaborava com a Frente Patriótica de Libertação Nacional. Foi dele a ideia de seleccionar dos discursos de Salazar algumas frases e afirmações que, de certa forma, enquadrassem os desenhos.» (o Autor). 80 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0969, 10,00 euros |
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MUNDO E COMUNICAÇÃO Uma história política contemporânea Milan Rados Mundo e Comunicação é uma história da diplomacia do século XX, vista principal-mente por dois prismas: os EUA e a Comunicação. Desde que os EUA quebraram a sua política externa de isolacionismo, entrando na Primeira Guerra Mundial, tornaram-se no actor decisivo das relações internacionais contemporâneas. A sua força deve-se a múltiplos factores económicos e políticos ligados ao liberalismo radical. Um dos meios principais que a maior potência mundial tem utilizado com muita habilidade é a comunicação política. Tratando-se de uma sociedade democraticamente organizada, nos EUA as eleições ganham-se e perdem-se dependendo da eficácia do uso da comunicação. Muito cedo, com o aparecimento dos primeiros jornais em e de massas, ainda no século XIX, o governo dos EUA apercebeu-se da utilidade extraordinária dos meios de comunicação e da sua capacidade de decidir o destino do mundo. Mundo e Comunicação conta a história política contemporânea em forma de pequenos ensaios, intencionalmente parecidos com artigos jornalísticos. Mundo e Comunicação promete uma leitura simples sobre temas complexos. O autor é professor da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Em 1997 publicou o Dicionário Sérvio e Croata Português / Português Sérvio e Croata e em 1999 Quem matou a Jugoslávia? A sua publicação mais recente é A Política Externa da União Europeia lançada em 2003. 180 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0943-1, 11,00 euros |
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SOCIEDADES CONTEMPORÂNEAS Reflexividade e Acção Anália Torres, Luís Baptista (Orgs.) Esta obra traz a público o resultado das principais participações no Vº Congresso Português de Sociologia, iniciativa da Associação Portuguesa de Sociologia, uma das maiores associações de sociólogos a nível internacional. O Congresso, subordinado ao tema geral «Sociedades Contemporâneas: Reflexividade e Acção», teve lugar na Universidade do Minho Campus Gualtar, entre 12 e 15 de Maio de 2004. Desdobrou-se em vários tipos de intervenções e actividades. As Sessões Plenárias, a cargo de conhecidos sociólogos portugueses dos mais variados quadrantes, reportaram-se a três temáticas. A primeira, Sociedade Portuguesa: 30 Anos de Transformações Sociais, procurou dar conta das mudanças que desde 1974 se viveram na sociedade portuguesa. A segunda sessão plenária, Globalização das Sociedades e a Internacionalização do Trabalho Científico, permitiu discutir a relação entre as transformações mundiais e as que se operam na produção, na circulação e na partilha do conhecimento científico. Por último, mais centrada na relação entre o saber sociológico e as dinâmicas sociais, culturais e políticas, a terceira sessão debruçou-se sobre o tema Sociologia e Sociedade: Reflexividade e Acção.Os painéis temáticos corresponderam a um espaço de discussão de problemáticas transversais relevantes para a comunidade científica e para a vida pública, entre as quais as desigualdades sociais, o sindicalismo e as classes sociais, a precarização e o desemprego, a regionalização e os poderes locais, a urbanização e o mundo rural. Comunicações de: Anália Torres, Luís Baptista, Jorge Sampaio, Moisés de Lemos Martins, Tom R. Burns, Renato Lessa, Carlos Fortuna, João Ferreira de Almeida, Manuel Villaverde Cabral, João Freire, Maria Engrácia Leandro, Gilberta Pavão Nunes Rocha, José Madureira Pinto, António Teixeira Fernandes, Augusto Santos Silva, António Firmino da Costa, José Machado Pais, Manuel da Silva e Costa, Manuel Carlos Silva, Elísio Estanque, Luísa Oliveira, Manuel Maria Braga, Fernando Ruivo, Joel Felizes, Alcides A. Monteiro, José Portela. 366 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0968-4 / 24 euros |
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COMPETÊNCIAS Formar e gerir pessoas Cristina Parente A questão orientadora do trabalho de investigação editado no presente livro versou as relações que no seio das organizações empresariais se estabelecem entre as práticas de mudança organizacional, a aprendizagem de saberes e a mobilização de competências. É sob uma perspectiva organizacional que se discute a aquisição, a estimulação e o desenvolvimento de competências, numa dinâmica evolutiva que relaciona empregos e pessoas, colocando a ênfase do lado dos Recursos Humanos. As competências profissionais são perspectivadas numa dupla vertente, organizacional e individual: do lado empresarial e a nível macro, pela estrutura organizacional e gestionária das empresas e pelo seu sistema de produção; a nível meso, pela organização do trabalho e pelas práticas de gestão dos RH, estas últimas integrando os modelos de gestão directa; do lado do sujeito, pela trajectória profissional e educativa, bem como pelo sentido atribuído pelos sujeitos às suas condições de trabalho e de formação. A partir de estudos de casos, definem-se as modalidades de formação e de gestão de competências e reflecte-se sobre as determinantes empresariais da construção social das competências profissionais. A autora é licenciada e doutorada em Sociologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) e mestre em Políticas e Gestão de Recursos Humanos pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE). Desde 1990 assume funções de docência no Departamento de Sociologia da FLUP, onde criou a secção de Formação e Educação Contínua, da qual é coordenadora científica. Desenvolve actividades de investigação no Instituto de Sociologia (ISFLUP), quer como investigadora quer como responsável científica, no âmbito das temáticas da gestão de recursos humanos e da formação de adultos, da sociologia empresarial e da economia social. Dedica-se igualmente a actividades de formadora e consultora nos domínios das metodologias de investigação, avaliação e intervenção. 294 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0967-7 / 20 euros |
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DESIGUALDADES, DESREGULAÇÃO E RISCOS NAS SOCIEDADES CONTEMPORÂNEAS José Madureira Pinto, Virgílio Borges Pereira (Orgs.) Este livro é o resultado da reflexão havida no decorrer de um Colóquio Científico Internacional, realizado em Setembro de 2006 na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, por iniciativa da Revista Sociologia. Procurando ir ao encontro de questões suscitadas, nos últimos anos, no quadro de análise das «sociedades de risco», nomeadamente as que se referem aos impactos negativos do desenvolvimento científico e tecnológico, propunham os organizadores do Colóquio que nele não deixassem de ser tidos em conta muitos outros factores de insegurança e vulnerabilidade desde os resultantes da exposição a catástrofes naturais, até aos que radicam em formas de desigualdade económica, cultural e social muito severas, passando pelos que decorrem de novos riscos associados a pandemias com efeitos devastadores, da crise de instituições com funções de integração social e política, etc. Sugeria-se ainda que fosse explorada a ideia de que a avaliação sociológica dos riscos sociais não pode fazer-se hoje sem ter em consideração a desregulação do campo económico, e em particular do mercado de trabalho, bem como a tendência para a mercantilização de domínios da actividade social outrora contidos na esfera do serviço público e da acção corrente do Estado. De resto, e em articulação com este propósito, visava-se ainda a realização de um exercício analítico suplementar que fosse capaz de situar, no plano da teoria sociológica, as diferentes leituras que se têm vindo a produzir sobre o relevo da acção estatal na reprodução das sociedades e nas crises que se lhes colocam na contemporaneidade. Organizado por José Madureira Pinto e Virgílio Borges Pereira, professores da Universidade do Porto e investigadores do Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da mesma Universidade, Desigualdades, Desregulação e Riscos nas Sociedades Contemporâneas conta com participações de António Dornelas, António Firmino da Costa, António Teixeira Fernandes, Jorge Sampaio, José Madureira Pinto, Juan Mozzicafreddo, Maria Luísa Pedroso Lima, Miguel Martínez López, Pierre Guibentif, Remi Lenoir, Sandrine Garcia e Virgílio Borges Pereira. 290 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0965-3 / 20 euros |
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NACIONALISMO E FEDERALISMO EM PORTUGAL António Teixeira Fernandes Contemporânea do movimento que conduz à formação das nacionalidades, aparece a ideia do federalismo. Esta ideia tem como pano de fundo o ideal humanista da universalidade e é fortemente acalentada por preocupações socialistas. Mas ela está ainda associada, em alguns casos, às exigências criadas pela sociedade industrial. As nações deviam ter uma dimensão que lhes permitisse uma existência autónoma. Na sua base, encontra-se não só o princípio da homogeneidade cultural como o da auto-suficiência económica. A sociedade industrial postulava uma e outra condição. Mas não ficava por aí. O crescimento da produção exigia o alargamento dos mercados e tal alargamento colidia com o fechamento das nacionalidades. Não será, por isso, possível falar de federalismo sem começar por se considerar o suposto de que ele parte, e que consiste na existência de nações. Este livro pretende considerar a situação portuguesa, situando-a na corrente de ideias e nos movimentos predominantes no mundo ocidental, contexto em que o país se tem procurado inserir, particularmente desde o século XIX. O autor, doutor em Sociologia, é professor catedrático da Universidade do Porto e docente na Faculdade de Letras. 332 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0941-7 / 17 euros |
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CADERNOS DE CIÊNCIAS SOCIAIS 25/26 Tensões no Trabalho, modos de vida incertos, impasses no desenvolvimento Artigos de Ana Maria Duarte, António Dornelas, Luísa Veloso, António Esteves, Stephane Beaud e Michel Pialoux, Sofia Cruz, Jorge Simões, Pedro Ferreira e Suzete Gonçalves, João de Oliveira, Pedro Sánchez Vera, João Queirós e José Madureira Pinto, Ester Gomes da Silva e Virgílio Borges Pereira. 394 págs., 2008, ISSN: 0871-0945 / 22 euros |
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Porto Cartoon World Festival 2008 DIREITOS HUMANOS/Human Rights Concurso Europeu de Cartoon 2008 / European Cartoon Contest 2007 Vários 348 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0966-0 / 32 euros |
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DO MAR E DA TERRA Palheiros e Pescadores do Furadouro e Ovar Maria Adelaide Chaves Este livro pretende abarcar os aspectos mais significativos da cultura popular da região.Na verdade, perdeu-se algo indefinido da nossa identidade. A descaracterização, que os meios de difusão fomentam, lança na inutilidade e no esquecimento toda uma cultura popular que desenhava uma matriz da nossa personalidade enquanto povo com identidade própria. Tentar apanhar aqui e além os resquícios dessa cultura que se perde e se transforma é a intenção deste livro, para ensinar aos mais novos o respeito por esse saber que os homens foram entretecendo através dos séculos. A autora, natural de Ovar, licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Tem vivido em Ovar, onde leccionou Língua Portuguesa, Estudos Sociais e História do 2.º Ciclo do Ensino Básico. Na continuidade de uma equiparação a bolseira do INIC entre 1978-1981, tem-se dedicado à investigação e ao levantamento etnográfico da região. Especialmente no âmbito da sua actividade docente, desenvolveu inúmeros projectos e acções de defesa do Ambiente e Património locais. 244 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0951-6 / 25 euros |
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SILÊNCIOS (Poesia) Álvaro Manuel Machado (Prefácio de Fernando Guimarães) O autor é natural do Porto, doutorado pela Sorbone e professor catedrático na Universidade Nova de Lisboa 245 págs., 2007, ISBN: 978-972-36-0284-3 / 15 euros |
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PARA O ESTUDO DO PARADIGMA PATRIMONIALISTA E CUSTODIAL A Inspecção das Bibliotecas e Arquivos e o contributo de António Ferrão (1887-1965) Fernanda Ribeiro O estudo da actividade da Inspecção-Geral das Bibliotecas e Arquivos Públicos e daqueles que a dirigiram deixa bem claro como, em Portugal, se foram afirmando as chamadas técnicas (ou ciências) documentais, os serviços públicos de documentação/informação e o ensino profissional destinado a formar bibliotecários arquivistas. Todas estas vertentes, no seu conjunto, formam um edifício com coerência e ajustado a uma perspectiva em que a custódia de documentos, a conservação e valorização do património e a difusão de informação ao serviço dos investigadores (na sua maioria historiadores) constituem as linhas fundamentais. A consolidação deste modelo não esteve, todavia, isenta de constrangimentos, de abalos e de rupturas, pelo que se pode afirmar que o paradigma em construção gerou, no seu seio, os factores da crise que o haveriam de pôr em causa quando o desenvolvimento galopante da tecnologia sobreveio. Fernanda Ribeiro é licenciada em História e doutorada em Ciências Documentais pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Faz investigação na área da Ciência da Informação, cujos resultados têm sido publicados em diversos livros e revistas científicas. É autora do livro Arquivística: teoria e prática de uma ciência da informação (ex-aequo com mais três autores), publicado por estas Edições e que ganhou o prémio Raul Proença 1998. 302 págs., 2008, ISBN: 978-972-36-0948-6 / 18 euros |
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MERGULHO E FAUNA SUBAQUÁTICA DAS ILHAS BERLENGAS Fernando Morgado, Juliana Gadelha, Marta Pimpão, Amadeu Soares Actualmente as actividades de mergulho são encaradas sobretudo como desporto, tendo o número de adeptos aumentado nas últimas décadas. No entanto, o mergulho foi, durante anos, considerado um assunto do interesse científico, médico e recreativo. Em Portugal, os melhores locais de mergulho estão perfeitamente identificados. As ilhas dos Açores, Madeira e Berlengas e a zona de Sesimbra são muito procuradas pela boa água, pelo interesse da sua fauna e pelas condições excelentes para mergulho em apneia, caça submarina, fotografia subaquática, mergulho técnico e actividades de formação e pesquisa arqueológica. As Ilhas Berlengas, arquipélago classificado como reserva desde 1981, são, sob o ponto de vista científico, uma referência como limite norte de distribuição de organismos típicos do Mediterrâneo, conservando várias plantas e répteis endémicos. Nos seus fundos marinhos encontram-se regularmente vestígios romanos e destroços de navios de várias épocas. Grutas, baías abrigadas, cabos com correntes consideráveis, falésias altas e formações rochosas submersas são alguns dos acidentes topográficos que enriquecem o cenário. Este livro fornece um conjunto de fotos e informações de conteúdo biológico e ecológico, indicando alguns locais privilegiados e respectivos perfis de mergulho. 176 págs., 2008, ISBN: 978-972-36-0964-6 / 19 euros |
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O SOFRIMENTO OCULTO Causas, Cenários e Vivências da Infertilidade Paula Remoaldo, Helena Machado Este livro tem como objectivo facultar aos leitores uma abordagem ampla e multifacetada do fenómeno da infertilidade, desenvolvendo, além dos aspectos sociais e culturais, também a vertente médica, legal e ética. Esta obra preocupa-se em definir vários conceitos básicos ainda não esclarecidos de forma clara, tais como os de saúde reprodutiva, infertilidade, fertilidade, fecundabilidade e esterilidade, e através de entrevistas a casais em situação de infertilidade centra a sua atenção nos projectos de maternidade e de gravidez, nos motivos da ausência de realização da consulta de infertilidade, na avaliação dos tratamentos e serviços médicos, nos impactos da situação de infertilidade gerados na vida dos casais, bem como nas suas vivências familiar e social. Constitui um documento de reflexão para cientistas sociais e profissionais de saúde, tentando fazer a ponte entre saberes médicos e saberes sociais inerentes a esta problemática, saberes um pouco dissonantes até ao presente. Paula Remoaldo é Professora Associada do Departamento de Geografia do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho e Directora do Núcleo de Investigação em Geografia e Planeamento. Doutorou-se em Geografia Humana (1999), com uma dissertação, publicada em 2002 pela Fundação Calouste Gulbenkian e Ministério da Ciência e da Tecnologia, com o título Desigualdades territoriais e sociais subjacentes à mortalidade infantil em Portugal. Realiza investigação na área da Saúde Materno-Infantil, da Saúde Reprodutiva e da Mobilidade e Estilos de Vida. Helena Machado é socióloga e Professora Associada do Departamento de Sociologia da Universidade do Minho. A sua dissertação de doutoramento foi galardoada com uma Menção Honrosa da 4.ª Edição do Prémio CES para Jovens Cientistas Sociais de Língua Oficial Portuguesa (2005) e publicada sob o título Moralizar para Identificar. Cenários da investigação judicial da paternidade (2007) pelas Edições Afrontamento. Realiza investigação na área dos estudos sociais da justiça, da genética forense e da infertilidade. 206 págs., 2008, ISBN: 978-972-36-0962-2 / 13 euros |
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ITINERÁRIOS DE FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO 5 e 6 Revista do Gabinete de Filosofia da Educação / Instituto de Filosofia da Universidade do Porto Número 5. Artigos de Joaquim Escola, Emanuel Oliveira Marques, José Pedro Fernandes, Rodrigo Pelloso Gelamo, Rui Daniel Cunha, Armindo Calheiros 52 págs., 2008, ISSN: 1646-1959 / 12 euros Número 6. Artigos de Alberto Araújo e Joaquim M. de Araújo, Cleide Almeida, José Queiroz e Marcos Lorieri, Cristiana Soveral e Paszkiewicz, Fernando Bastos e maria Luísa Branco 88 págs., 2008, ISSN: 1646-1959 / 10 euros |
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RACIONALIDADE E EDUCAÇÃO Entre Popper e Dewey José Pedro Matos Fernandes Este trabalho pretende situar-se numa zona de confluência entre uma filosofia do conhecimento e uma filosofia da educação, reflectindo a problemática da racionalidade. Para isso, o percurso passa pelos seguintes tópicos: a análise problematizadora da própria noção de racionalidade, a análise da problemática da racionalidade nos discursos e controvérsias epistemológicos, a análise e reflexão sobre a noção de racionalidade perspectivada do ponto de vista pragmatista e a relação da racionalidade com o ensino. José Pedro Matos Fernandes é docente no Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Dedica-se sobretudo às temáticas da epistemologia, estética e filosofia da educação. 404 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0955-4, 21,00 euros |
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HISTÓRIA GERAL DA INVASÃO DOS FRANCESES EM PORTUGAL E DA RESTAURAÇÃO DESTE REINO José Acúrsio das Neves José Acúrsio das Neves (1766-1834). Formado em Leis pela Universidade de Coimbra, é juiz em Angra do Heroísmo até 1807, data em que regressa a Lisboa, onde assiste à partida da corte para o Brasil e ao início da ocupação francesa. Quando em 1808 se forma a Junta Patriótica do Porto retira-se para a Beira, onde redige diversos opúsculos de pendor patriótico e a sua primeira obra de vulto, a História Geral da Invasão dos Franceses e da Restauração deste Reino, que publicará em 1810 (os dois primeiros tomos) e em 1811 (os três restantes). Em 1810 é nomeado para a Real Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação e para a direcção da Real Fábrica das Sedas e Obra das Águas Livres, cargos que o incitarão a escrever algumas das mais importantes obras económicas da primeira metade do século XIX português. Envolvido na acesa luta político-ideológica que se segue à Revolução Liberal de 1820, é afastado dos principais cargos que ocupava em 1821 e demite-se dos restantes pouco depois. Em 1822 chega às Cortes como deputado por Arganil, tornando-se célebre a sua defesa da rainha Carlota Joaquina. Os anos seguintes, marcados por intenso conflito entre liberais e absolutistas, reflectem-se na sua biografia, sendo sucessivamente afastado e readmitido em diversos cargos, e chegando mesmo a ser preso. Abandona Lisboa em meados de 1833, fugindo da epidemia de cólera que abalou a capital. Após um périplo pela província, morre no ano seguinte em Sarzedo, Arganil, só e abandonado num palheiro onde costumava refugiar-se das perseguições que na Beira se efectuaram contra indivíduos conotados com o Miguelismo. 558 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0944-8, 22,00 euros |
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A MENINA DO BÚZIO Flor Campino, Luís Silva (ilustração) «Era uma vez uma menina tão pequenina que a mãe a perdeu na praia como quem perde uma pérola do seu colar....». Assim começa a aventura da Menina do Búzio, uma bonita história, magnificamente ilustrada por Luís Silva. 80 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0958-5, 13,00 euros |
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DIÁRIO DA BATALHA DE PRAGA Socialismo e Humanismo Fernando Rosas (prefácio). Paulo Torres Bento (apresentação e notas) FLAUSINO TORRES (1906-1974), professor, historiador e jornalista, foi um participante activo em alguns dos mais decisivos momentos do século XX português e europeu. Militante comunista desde os anos trinta, a sua casa da Quinta do Fojo, em Tondela, foi um dos centros da oposição democrática na região das Beiras e ponto de apoio para os funcionários clandestinos do PCP. Afastado do ensino por razões ideológicas, após uma passagem pela cadeia do Aljube em 1962-1963 intensifica o seu activismo político, assumindo importantes responsabilidades na direcção da Frente Patriótica de Libertação Nacional como membro do seu executivo no interior do país. Para escapar a nova prisão, vê-se obrigado a optar pelo exílio no final de 1965, primeiro em Argel nos tempos conturbados para a FPLN que se seguiram ao assassinato de Humberto Delgado pela PIDE e, depois de uma breve passagem pela Roménia, na Checoslováquia socialista. Em Praga, Flausino Torres foi professor de Cultura e Língua Portuguesa na prestigiada Universidade Karlova, para cujos estudantes escreveria uma História de Portugal, mais tarde também editada em Portugal, e testemunharia a exaltante primavera política liderada por Alexander Dubcek, violentamente interrompida em Agosto de 1968 pelos tanques do Pacto de Varsóvia. Nos meses seguintes ao mesmo tempo que redigia o DIÁRIO DA BATALHA DE PRAGA Flausino Torres lideraria a firme oposição da maioria dos comunistas portugueses exilados na Checoslováquia contra a ocupação soviética, contrariando a tomada de posição da direcção do PCP, apanhada na evidente contradição de estar a pugnar pelo fim da ditadura e pela liberdade em Portugal ao mesmo tempo que justificava e apoiava a opressão sobre um país amigo que procurava o caminho para um socialismo sem autoritarismo. A inevitável ruptura, consumada após uma tensa reunião com Álvaro Cunhal em Praga, levaria ao seu afastamento do partido e ao ostracismo político a que foi votado até ao final da sua vida que aconteceria em Dezembro de 1974 na sua Quinta do Fojo em Tondela, quatro anos após ter regressado ao seu país, doente e debilitado, no contexto da breve abertura da “primavera marcelista. 152 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0956-1, 12,00 euros |
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LENDO ANGOLA Laura Cavalcante Padilha, Margarida Calafate Ribeiro Este livro reúne um conjunto de ensaios que coloca em diálogo alguns dos actores principais da produção estética e da crítica da literatura angolana: os escritores, os críticos nacionais e os críticos estrangeiros, maioritariamente de língua portuguesa, que trabalham sobre esta literatura. Daí a divisão do livro em duas partes: uma primeira, intitulada “Lendo Angola pela voz dos seus escritores”, com textos de Boaventura Cardoso, Manuel Rui, José Luandino Vieira, Ana Paula Tavares e Ondjaki; uma segunda, sob o título, “Lendo Angola pelas reflexões críticas”, que conta com textos de Laura Cavalcante Padilha, Inocência Mata, Luís Kandjimbo, José Pires Laranjeira, Tania Macêdo, Carmen Lucia Tindó Secco, Élida Lauris, Roberto Vecchi e Margarida Calafate Ribeiro. Lendo Angola pretende abrir um espaço de reflexão dialogante sobre as formas como a literatura de Angola vem lendo as tensões e contradições da história do nosso tempo e dos fantasmas que o habitam. 200 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0957-8, 13,00 euros |
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MEMÓRIAS DO CIDADÃO JOSÉ DIAS José Dias «Chegou a hora, enquanto a memória e alguma lucidez o permitem, de contar as peripécias da minha vida em livro, contribuindo para a corrente de recentes edições de memórias, claramente oportunas e reconhecidamente positivas. Não se trata de editar um Livro de História, para o que me julgo incompetente, mas de dar a conhecer estórias, em que estive envolvido no último meio século, parte civicamente activa dos meus sessenta anos.» (O autor) José Dias, “Zé Dias”, nasceu em Braga em 1948. Foi dirigente católico, dirigente estudantil, dirigente partidário, sindicalista, técnico de turismo, assessor político, dirigente associativo. Reside em Coimbra, onde preside ao Conselho da Cidade. 252 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0960-8, 14,00 euros |
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O SINDICALISMO GLOBAL OU METÁFORA ADIADA? Discursos e Práticas Transnacionais da CGTP e da CUT Hermes Augusto Costa Ao reconhecer a centralidade do trabalho e do sindicalismo nas nossas sociedades, o autor centra-se essencialmente nos desafios e oportunidades suscitados pela transnacionalização da actividade sindical. Neste livro são analisados, de forma comparada, os contributos das centrais sindicais mais representativas de Portugal e do Brasil a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) para um sindicalismo transnacional. Os principais impactos decorrentes das transformações do capitalismo mundial sobre o trabalho e o sindicalismo, os factores de crise sindical nacional e transnacional e a apresentação de um conjunto de condições para a renovação sindical transnacional são, entre outros, alguns dos tópicos de que se parte na obra agora apresentada. 348 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0946-2, 17,00 euros |
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QUANDO É PRECISO SER FORTE DeRose «Esta obra remete à história de todos nós. Quem não passou por caminhos pedregosos em direcção ao jardim dos seus sonhos? Como diz o autor «alguns sentam-se e choram; outros levantam-se e fazem». Esses aprendem a lição e descobrem como superá-las, convertendo as adversidades em vitórias. Neste livro você vai encontrar a trajectória da vida de um educador, uma pessoa como você, que conseguiu superar as dificuldades e, mesmo com os pés feridos, trilhou o caminho do sucesso» (da introdução). Edição revista e actualizada da autobiografia Mitos e Verdades (38a edição). 484 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0959-2, 28,00 euros |
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O LIVRINHO DE CÃES E GATOS José Viale Moutinho e Fedra Santos (ilustração) Animais de estimação, o cão e o gato convivem com o homem quase desde que o mundo é mundo. A ladrar e a miar, natural e ruidosamente. Porém, o cão muitas vezes ultrapassa essa categoria e é de caça, de pastor, de guarda, sei lá que mais! Já o gato, confesso a minha ignorância, não o consigo ver lá muito bem fora do âmbito doméstico. E se naquele tempo era adorado como um deus lá na terra das pirâmides, a defesa da despensa ante o exército sombrio dos ratos e o terror dos carapaus e dos bifes do lombo expostos na banca da cozinha, hoje vive racionalmente, alimentado até com comida Light e diet. Aliás, como os cães. 48 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0954-7, 9,00 euros |
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EU QUE SERVI O REI DE INGLATERRA [2a EDIÇÃO!] Bohumil Hrabal Este livro é um dos mais conhecidos livros de Bohumil Hrabal, e talvez o mais traduzido no mundo inteiro. Está escrito na primeira pessoa e o protagonista, um empregado de mesa, conta a sua história, e conta-a numa sequência interminável de momentos especiais e de apurado humor. Com 15 anos começa a vida profissional no Hotel Praga Dourada, e chega longe, a hoteleiro milionário, acabando no entanto «purificado» na solidão das florestas da Boémia, e escritor. Ditie cedo aprende que a vida roda em torno do dinheiro: quando, criança ainda, vende salsichas na estação de caminhos-de-ferro, sabe aproveitar-se da pressa dos viajantes para os enganar descaradamente. Hotéis e restaurantes são para ele o cenário desejado das coisas boas: banquetes, petiscos, brincadeiras com «meninas», cenário em que o criado é o adorno, e o seu prestígio são as regras da arte de servir. Ver tudo, ouvir tudo, e ao mesmo tempo nada ver, nada ouvir, essa é a missão de Ditie, a quem o mordomo Skrinávek, aquele que conhece todas as regras e nunca falha, explica a causa de tanta sabedoria: «É que eu servi o Rei de Inglaterra». Bohumil Hrabal Nasceu em Brno, na República Checa, em 1914, e morreu em 1997, ao cair do 5.º andar de um hospital onde estava internado enquanto alegadamente alimentava os pombos. Fez o curso de Direito em Praga, mas só meteoricamente o exerceu, tendo sido, sucessivamente, ferroviário, ven- dedor, agente de seguros, operário siderúrgico, figurante de teatro, etc. Quando em 1962 surge inesperadamente o seu primeiro livro, Uma Pérola no Fundo, provoca desde logo grande alvoroço entre o público, sendo vivamente saudado pela crítica, que o elege como o grande continuador de Jaroslav Hasek e de Franz Kafka, principalmente pela sua capacidade de aliar o melhor da literatura oral checa a uma forte componente de vanguarda: Hrabal possui uma grande sabedoria, a dos inovadores que souberam acumular um profundo conhecimento da tradição literária. Após o alvoroço inicial, vem o êxito e o reconhecimento, com a saída de outros livros: Comboios rigorosamente vigiados (com uma versão cinematográfica), Uma solidão demasiado ruidosa, A terra em que o tempo parou e, principalmente, Eu que servi o Rei de Inglaterra. A partir de 1968 a obra de Hrabal é proibida, só voltando a ser editado na Checoslováquia em 1976. Não deixou no entanto de ser um dos escritores mais lidos no seu país. Dele disse Milan Kundera, aquele que pode ser considerado o seu par nas letras checas contemporâneas: «Bohumil Hrabal é uma das encarnações mais autênticas da Praga mágica; é o incrível casamento do amor plebeu com a imaginação barroca». 2a Edição. 230 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0205-9, 14,00 euros |
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SABER PRÁTICO DE SAÚDE As Lógicas do Saudável no Quotidiano Luísa Ferreira da Silva Esta obra refere-se às formas de fazer que, no senso comum, se ligam à preocupação com a saúde. Para além do conhecimento vulgarizado sob a expressão de «saudável» (práticas alimentares, exercício físico, etc.). Através da análise de discursos produzidos em entrevistas, o livro demonstra como o pensamento leigo, apesar de conter a informação da ciência, lida com a saúde e o saudável como realidades subjectivas imbuídas de cultura, muito mais do que como objectos feitos de conhecimento racional-científico. Estamos assim perante um estudo sobre as relações entre o indivíduo e a sociedade, onde se dá a ver a interiorização do social e a expressão da cultura. Mas é também uma obra que resulta num questionamento da ‘educação para a saúde’ dirigida à mudança de atitudes individuais e feita numa perspectiva racional que pretende convencer pela mera informação. 204 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0911-0, 12,00 euros |
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ARQUEOLOGIA MEDIEVAL 10 Revista do Campo Arqueológico de Mértola Director: Cláudio Torres Artigos de Santiago Macias, Cáudio Torres, Catarina Tente e António M. Soares, Paulo Almeida Fernandes, António Rei, Bruno F. Moreno, Núria V. Turrel, Juan C. Carrasco, Águeda G. Rodrigues e Luís S. Hernando, Nuno Neto, Paulo Rebelo, Raquel Santos e Tiago Fontes, Jacinta Bugalhão, Sofia Gomes, Maria João Sousa e Deolinda Folgado, Antónia G. Tinturé, Marta Moreno-García, Maria I. Dias e Maria I. Prudêncio, Luís Sebastian e Catherine Latour-Argant, Jacqueline Argant e Ana Sampaio e Castro, Mário Jorge Barroca, Luís Sebastian e Ana Samapaio e Castro, Lídia Fernandes, António Marques e Andreia Torres, Abdeltif Elkhammar, Sara Almeida, Ana Gonçalves, Felix Teichner e Tomas Schierl, Margarida Ramalho e Nuno Neto, Tânia Casimiro e Dinis Ferreira. 244 pp., 2008, ISSN: 0872-2250, 19,00 euros |
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FRANCISCO JOSÉ RESENDE [1825-1893] Figura do Porto Romântico António Mourato Este livro não tem como objectivo proceder a uma abordagem exaustiva da vida e obra do pintor Francisco josé Resende, mas apresentar, em largas pinceladas, o trajecto de um homem que marcou significativamente o Porto romântico. Apresentação despretenciosa, a que se juntou a análise de alguns dos seus mais interessantes trabalhos e uma cronologia, minimamente detalhada. 174 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0916-5, 20,00 euros |
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CONTIGO TORNO-ME REAL (Versão internacional) Rui Pedro Silva «Caros Fãs dos Doors. Tudo leva a crer que temos um novo aficionado dos Doors na Europa. Em tempos tivemos o Rainer Moddeman, agora temos o Rui Silva. Ele escreveu este livro e estou mesmo convicto que merece ser lido. Muito tempo e esforço foram dispendidos neste projecto e estou simplesmente à espera de o poder apreciar. Obrigado» (Robby Krieger, baterista dos Doors na introdução do livro» «Um livro muito bem estruturado para os fãs dos Doors sobre os Doors e os próprios fãs dos Doors... inclui algumas excelentes contribuições: Ray Manzarek, John Densmore, Robby Krieger, Jac Holzman, Bruce Botnic, Bill Siddons, Vince Treanor, Paul Ferrara, Frank e Kathy Lisciandro, Jerry Hopkins, Gilles Yéprémian, Darryl Read, Jim Coke, e muitos mais (...)» (Kerry Humphreys, editor chefe do «Doors Collectors Magazine» na introdução do livro) 560 págs., brochado, 2008, ISBN: 978-972-36-0950-9, Colec. Textos/59 - 24 euros |
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O LIVRO DO PEDRO (MARIA DOS 7 AOS 8) Manuale Bacelar Maria, que traz um filho dentro da barriga, conta à sua filha a história da sua infância. Uma história simples, de uma criança feliz. O que torna esta história especial é o facto de Maria ter dois pais: O Pedro e o Paulo. Este livro não pretende ser um panfleto. Pretende, ao invés, contribuir para que do imaginário infantil faça parte a diversidade dos modos de amar. E, nesse sentido, este é um livro pioneiro em Portugal. Pela primeira vez, a edição nacional de literatura para a infância contempla a diversidade das formas de parentalidade. E fá-lo sem falsos moralismos. A sua autora, Manuela Bacelar, é já conhecida do público português, nomeadamente das crianças. Ilustradora de renome, é autora e co-autora de algumas das obras incontornáveis de literatura infantil (Os Ovos Misteriosos, Tobias, O Meu Avô, O Dinossauro, Sebastião, Bernardino...), tendo ganho vários prémios nacionais e internacionais. 40 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0938-7, 12,00 euros [Blogue do dia do lançamento] |
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VIDAS NA RAIA Prostituição Feminina em Regiões de Fronteira Manuela Ribeiro, Manuel Carlos Silva, Johanna Schouten, Fernando B. Ribeiro, Octávio Sacramento Vidas na Raia é um estudo sobre o campo social da prostituição nas zonas fronteiriças do Norte de Portugal (Minho, Trás-os-Montes e Beira Interior), ao longo do qual, contextualizados os espaços, se reflecte sobre as origens, os trajectos e as expectativas de vida, assim como sobre as razões da entrada e permanência das mulheres que trabalham na prostituição. Mereceu especial atenção a análise das diversas facetas dos seus quotidianos de vida e algumas reflexões sobre os actores sociais envolvidos (clientes e proprietários dos bordéis). Face às dinâmicas, algumas de dimensão global, que influenciam notoriamente este campo social, o trabalho incide também sobre as estratégias migratórias que envolvem as mulheres inquiridas e os processos de ajuda à migração. Do ponto de vista sociopolítico, este livro surge num momento em que se confrontam, de forma amiúde exarcebada, modelos diferentes ou mesmo antagónicos sobre o sexo mercantil, fundados em distintas visões da sexualidade, do uso do corpo e do papel desempenhado pelas emoções e afectos, esperando poder contribuir para a discussão dos dilemas agudos que se colocam aos cidadãos e ao Estado, em cuja resolução devem participar as diversas organizações sociais e políticas, sem esquecer as próprias cidadãs e cidadãos, a começar pelos colectivos de mulheres, homens e transgéneros que extraem do comércio do sexo o seu sustento. 436 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0783-3, 22,00 euros |
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LUA NOVA José Alves Artur acorda desde há 2 meses com um sonho compulsivo que o impede de desenvolver as suas actividades diárias até resolver obedecer ao sonho. Fortificar uma aldeia e guardar uma série de objectos. Pede ajuda ao filho para desempenhar essa tarefa, descobrindo que o filho tem vindo a ter sonhos complementares aos dele. A tarefa que lhes é atribuída faz acreditar num qualquer cataclismo a nível global. Conhecem outros “sonhadores” que sugerem uma possível visita de um buraco negro ao nosso sistema solar. A ser verdade, formar-se-iam corredores para fora do sistema solar, tornando possíveis as viagens inter-estrelares, embora a Terra corra o risco de desaparecer. Ao longo da narrativa assiste-se a comportamentos anómalos de todos os animais, empurrando os personagens principais para a certeza de que alguma coisa irá acontecer. E acontece. O buraco negro aparece na periferia do sistema solar, absorve Plutão e a Lua, deixando três corredores: um para a periferia do sistema solar e dois para o desconhecido. A Terra interrompe o movimento de translação por uns momentos e o de rotação por quatro horas. O grupo acompanhado pela narrativa sobrevive, bem como alguns outros, espalhados pelo mundo.A Terra transforma-se num planeta verdadeiramente verde e azul... José Alves nasceu em Trás-os-Montes, há cinquenta anos. É médico e professor universitário. Terminou o curso liceal em Bragança, obteve a licenciatura e o doutoramento no Porto. É autor de vários artigos e publicações científicas.Publicou, em Fevereiro de 2007, o romance Planalto, nesta mesma editora. 214 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0939-4, 14,00 euros |
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RACISMO, ETNICIDADE, CIDADANIA REFLEXÕES SOCIOLOGICAS E FILOSOFICAS Veit-Michael Bader O racismo, o etnocentrismo, o nacionalismo e o populismo xenófobo de direita, em particular contra os muçulmanos, estão ainda em destaque nas nossas agendas políticas. Este livro propõe uma teorização que auxilia a análise das práticas e das ideologias de discriminação adstritiva, dominação e exclusão, e ajuda a explicar de que modo as minorias são categorizadas (e.g. asiáticos, negros, turcos, marroquinos, paquistaneses ou muçulmanos). Nele também se apresentam orientações claras para a análise das causas contextuais específicas dessas categorizações, com destaque para as desigualdades sociais e culturais objectivas e para as assimetrias de poder entre maiorias e minorias e entre diversas minorias; podendo ainda encontrar-se algumas ferramentas práticas para a análise dos movimentos e conflitos étnicos, nacionais e religiosos e para um estudo detalhado dos processos e políticas, cada vez mais assimilacionistas, de incorporação das minorias imigrantes, nacionais e religiosas.Ao opor-se a estas tendências de exclusão, o autor posiciona-se em favor de uma política de abertura moderada de fronteiras, da estabilidade do estatuto de residente, do acesso facilitado à cidadania, e de uma política que acolha de modo razoável as necessidades e exigências legítimas das minorias étnico-religiosas e imigrantes, desde que compatíveis com os padrões básicos da moralidade e da lei. Veit-Michael Bader é professor de Sociologia (Departamento de Ciências Políticas e Socioculturais) e de Filosofia Social e Política (Departamento de Filosofia) na Universidade de Amesterdão. O seu livro mais recente intitula-se Democracy or Secularism? Associational Governance of Religious Diversity, Amsterdam University Press, 2007. 188 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0942-4, 14,00 euros |
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PÉROLAS DE VIDRO / PERLES DE VERRE. Flor Campino Terceiro livro de poemas inéditos da autora Edição bilingue [português-francês] 130 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0915-8, 12,00 euros |
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TALUK Armanda Barata Queirós Livres do perigo de se desagregarem no espaço devido ao choque com um meteoróide, livres também da necessidade de responder aos apelos da nave de patrulha que os perseguia, Taluk, Dara e Lyra viajavam agora no esapço à velocidade radial, a mais elevada conseguida pelas naves rakianas. 144 pp., 2008, ISBN: 978-972-36-0936-3, 11,00 euros |
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A REVOLUÇÃO LIBERAL EM TRÁS-OS-MONTES (1820-1834). O POVO E AS ELITES António Monteiro Cardoso Mais de meio século volvido sobre o final das lutas liberais inda se encontra em aberto questão de saber qual a atitude que a população portuguesa assumiu naquele conflito. A ideia firmada ao longo do século XIX de um apoio popular generalizado à contra-revolução e a D. Miguel, sobretudo por parte da população rural, tem contribuído para um deficiente conhecimento da base social de liberais e absolutistas. Tomando como objecto de estudo a província de Trás-os-Montes, teatro de sucessivas rebeliões absolutistas, procura-se nesta obra conhecer melhor essas movimentações, bem como s que se lhe opuseram.Incidindo numa área predominantemente rural, o presente estudo insere-se na problemática da politização das camadas populares na primeira metade do século XIX. 392 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0917-2, 20,00 euros |
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EDUCAÇÃO SOCIEDADE E CULTURAS 25 CIDADANIAS, GÉNERO E INFÂNCIA Revista do CIIE (Centro de Investigação e Intervenção Educaivas - Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação Este número procura estruturar os olhares de pesquisa em torno das questões de cidadania e direitos, vividas no campo educacional como forma de inclusão alargada. As questões de igualdade e diferença são preocupações centrais, focadas na base de uma multirreferencialidde que tenha em conta relações de género, de etnia, de idade, de classe social, que atenda à construção de culturas infantis e juvenis, e se debruce sobre a construção social da masculinidade e feminilidade, em contextos e processos educativos. 276 pp., 2007, ISSN: 0872-7643, 15,00 euros |
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O GRANDE LIVRO DAS LENGALENGAS José Viale Moutinho com ilustrações de Fedra Santos É o maior gozo que se pode fazer com sons, utilizando vocábulos, expressões, abusando deles, desmontando frases até ao riso extremo! Quantas vezes os gestos acompanham, sublinham mesmo, o que se diz neste livro! O problema é que não dá para um livro como este ter dois bracinhos com mãos e tudo para ajudar a dizer o que aqui está escrito. LENGAS, PARLENGAS, TRAVA-LÍNGUAS OUTRAS RIMAS INFANTIS E ENTRETÉNS? POIS AQUI AS TENS! 132 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0928-8, 19,00 euros |
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O LIVRO DA AVÓ Luís Silva (texto e ilustração) Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância 2008 O Livro da Avó resgata memórias de ternura: das festas com coca-cola, das brincadeiras com os primos, dos passeios e da varanda com o mar como horizonte. Grande, velhinha e enrugada como a maioria das avós. E quando já somos grandes e nos lembramos percebemos a falta que nos fazem. 32 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0925-7, 16,00 euros [Blogue do dia do lançamento] |
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O SENHOR DAS PALAVRAS Isabel Rosas (texto), Luís Silva (ilustração) «O Senhor das Palavras era auxiliar dos escritores. Passava a vida a correr de linha em linha, a saltar de folha em folha, sublinhando ali, cortando acolá, pondo pontos em muitos “iiii's”. Era um trabalho difícil...». 36 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0926-4, 10,00 euros |
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TIMOR-LESTE Interesses internacionais e actores locais (3 volumes em caixa) A. Barbedo Magalhães (com a colaboração de Liem Soei Liong e David Scott) Volume I. Da invasão australo-holandesa à decisão australo-indonésia de anexar (1941-1974); Volume II. A luta pela independência (1974-1999) Volume III. A difícil construção do Estado democrático (1999-2007) A obra que agora se edita é um trabalho profundamente documentado, fruto de uma magnífica base de dados e de um meticuloso labor de investigação, organização e apresentação de fontes. O recuo histórico até à II Guerra Mundial e a perspectiva sobre as invasões australiana e japonesa de Timor-Leste, acompanhados por uma sequência esclarecedora sobre a independência da Indonésia e a evolução política do país, dão-nos um quadro absolutamente necessário para compreender o desenrolar da questão de Timor-Leste até à actualidade. 3 volumes em caixa, com 1010 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0935-6, 65,00 euros |
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MORALIZAR PARA IDENTIFICAR Cenários da Investigação Judicial de Paternidade Helena Machado Os tribunais surgem como garantes fundamentais da defesa dos direitos dos cidadãos. A aplicação da lei pretende-se neutra e objectiva. Mas os tribunais também reproduzem e consolidam desigualdades sociais, nomeadamente entre mulheres e homens. Moralizar para identificar apresenta a investigação judicial de paternidade como um contexto que revela as visões dos legisladores e magistrados de como deveriam ser as mulheres, por via de procedimentos normalizadores, que surgem associados a um viés sexista presente nos usos de exames científicos para determinação da paternidade biológica. Conclui-se que a cidadania das mulheres em Portugal permanece limitada e condicionada, em particular em situações em que há uma acumulação de vulnerabilidades associadas à posição de classe, à dependência económica ou laboral e a comportamentos sexuais e procriativos considerados desviantes. 252 pp., 2007, Colecção Saber imaginar o Social, ISBN: 978-972-36-0876-2, 14,00 euros |
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O PORTO ORIENTAL Um retrato urbano Jorge Ricardo Pinto Através do estudo da morfologia urbana, da evolução demográfica e residencial e das transformações funcionais do espaço a oriente do Centro Histórico do Porto, procura-se, neste livro, clarificar a origem da clivagem acentuada entre esta área deprimida e os valorizados espaços atlânticos da cidade. 210 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0921-9, 13,00 euros |
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CABO VERDE E S. TOMÉ E PRÍNCIPE Educação e infra-estruturas como factores de desenvolvimento Manuela Cardoso Somos convidados nesta obra a seguir um interessante itinerário que começa pela elucidação da própria ideia de desenvolvimento, prosseguindo com a tentativa de contribuir para responder a uma pergunta sempre presente em estudos desta natureza: como avaliar os processos de desenvolvimento? Para os avaliar, estamos dotados de meios fiáveis para a sua aferição? Que indicadores utilizar? É possível quantificar os progressos do desenvolvimento humano e social? Podemos estar seguros de qual o sentido (na dupla acepção de significado e de direcção) desse mesmo progresso?Manuela Cardoso selecciona dois tipos de barómetros, a saber, a implantação de infra-estruturas e a formação de recursos humanos, tentando avaliar a possível influência positiva na qualidade de vida das populações. E para enraizar esse estudo escolheu como terrenos de observação dois pequenos estados insulares da área da lusofonia: Cabo Verde e São Tomé e Príncipe 430 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0931-8, 22,00 euros |
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CAETANO E O OCASO DO «IMPÉRIO» Administração e guerra colonial em Moçambique durante o Marcelismo (1968-1974) Amélia Neves de Sousa Apresenta-se nesta obra uma história política e institucional de Moçambique durante o período em que Marcello Caetano foi Presidente do Conselho (1968-1974), assumindo a autora desde logo a posição de que Caetano não foi apenas o herdeiro da política colonial salazarista mas também seu cúmplice e artífice. 460 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0933-2, 20,00 euros |
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UMA LEVE MATÉRIA Maria Albertina Mitelo O Terceiro livro de inéditos da autora publicado nesta editora. 80 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0875-5, 10,00 euros |
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O METRO DO PORTO Os passos do maior investimento do século XX na Área Metropolitana do Porto Custódio Oliveira O Metro do Porto levou dez anos a passar de mera ideia utópica a uma das maiores obras do sector dos transportes na União Europeia e maior investimento, do século XX, na Área Metropolitana do Porto. O que se pretende nesta obra é explicar as contradições, os avanços e os recuos de um processo intenso de acção política e simultaneamente de marcação da agenda mediática, no período de tempo dos primeiros passos em 1990, até ao início formal das obras em 1999. 36 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0932-5, 14,00 euros |
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MORTO POR TE VER Cartas de um soldado à namorada (Angola, 1967-1969) Cesário Costa Encontramos neste livro a memória viva dos tempos da Guerra colonial: as famílias separadas, as famílias adiadas, os namoros interrompidos...Através das cartas de Cesário Costa à sua namorada, hoje sua esposa, conhecemos um pouco da outra história destes tempos sombrios: a radical experiência humana. 248 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0934-9, 17,00 euros |
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LONDRES Atlas Histórico de Arquitectura Alejandro Bahamón Neste Atlas Histórico de Arquitectura, a cidade de Londres mostra-se de uma maneira inédita graças à abordagem pouco habitual em três planos (Cronologia, Distritos e Tipologias) que o livro adopta. Cerca de 300 projectos ilustrados a cores mostram a história da cidade, a sua composição administrativa heterogénea e as suas principais categorias construtivas, através de uma inovadora estrutura que expõe simultaneamente o global e o concreto. O grande número de mapas históricos e de localização reproduzidos, assim como a presença contínua do guia cronológico, garantem essa inter-relação entre as obras e o contexto geográfico e histórico em que foram construídas. O leitor poderá assim obter um panorama completo da evolução arquitectónica da cidade, desde essa longínqua ponte romana até aos ousados arranha-céus projectados para a Londres do futuro. 120 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0899-1, 20,00 euros |
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PORTO. UM PONTO DE VISTA António Laúndes, Miguel Neiva Este livro surge do amor transgressor dos autores pela sua cidade, o Porto. Não se trata de um postal ilustrado, no sentido comum do conceito, porque o Porto que aqui encontramos nem sempre reconhecemos. O Porto é a matéria-prima deste livro, mas o resultado final é muito mais que um sentido vulgar ou o olhar comum. O resultado deste olhar é arte, uma arte que nasce do amor pela cidade e por uns olhos que, através da objectiva, a vêem com uma intensidade vibrante. São fotografias únicas, como único é o olhar que lançamos sobre a cidade. 88 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0919-6, 23,00 euros |
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SOCIOLOGIA DA RELIGIÃO Uma introdução Donizete Rodrigues A religião, como fenómeno social, como sub-sistema cultural/social, é de primordial importância na análise de todas as sociedades humanas, pois todas elas foram moldadas pelo pensamento religioso. A religião é caracterizada por três dimensões universais: teorética (um sistema de crenças); práticas (rituais); social (relações sociais e simbólicas estabelecidas entre os homens e as suas divindades). Compreender essas três dimensões é o principal objectivo da sociologia da religião, tema central desta obra. 196 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0910-3, 12,00 euros |
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O LIOZ PORTUGUÊS De lastro de navio a arte na Bahia Zenaide Carvalho Silva «E ali e nas outras igrejas esteve sempre presente o lioz. Deixando o seu berço fez a travessia do mar partilhando o espaço das embarcações com bacalhaus, azeites e vinhos para os colonos, e desembarcou na Bahia. Enquanto elemento-chave das construções, nas igrejas sustentou coros e altares, foi paredes e frontispícios, pias de água benta e lápides de túmulos, observando os passos e vivendo episódios da história do Brasil, ouvindo atento os sermões do Padre António Vieira, acompanhando os jesuítas na sua saga. Hoje espreita a lavagem do Bonfim, as festas da Conceição da Praia e, dos umbrais das casas do Pelourinho, acompanha outros ritmos de culturas cruzadas. Intacto, vai transmitindo a cada geração o legado artístico e cultural deixado pelos portugueses na Bahia». 160 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0924-0, 28,00 euros |
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DUENDOURO Era uma vez um rio. Marília Miranda, Manuela Bacelar Duendouro é um duende do Douro que habita o mundo mágico, assim como Dourato (o vilão) e o Gigante das Pernas (adjuvante), personagens desta peça onde se conta a estória do percurso do Douro, da nascente até à foz, e de como este rio, tal como a criança, se questiona sobre a sua identidade e sobre as coisas e os seres que a rodeiam. Nesta peça, perpassada pela temática da preservação ambiental, também se relata como é que o nosso herói Duendouro consegue salvar a sua terra das mãos criminosas de Dourato, com a ajuda da Ferreirinha e do Gigante das Pernas. 74 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0918-9, 12,00 euros |
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PEANUTS 3 (1955 a 1956) PEANUTS 4 (1957 a 1958) Uma das mais famosas tiras cómicas da história aclamadas pelo público leitor de todo o mundo. As personagens de Charles M. Schulz Charlie Brown, Snoopy, Lucy, Linus, Schroeder e muitos outros tornaram-se ícones mundiais. Os Peanuts nasceram em 1950 e foram publicados em cerca de 2600 jornais e em 21 línguas diferentes. A Edição portuguesa é da responsabilidade das Edições Afrontamento que, pela primeira vez, disponibilizarão a Obra completa em língua portuguesa ao ritmo de dois volumes por ano, seguindo o design da edição Americana. Depois dos volumes 1 (1950 a 1952) e 2 (1953 a 1954), já editados, chegam agora os volumes 3 e 4 Volume 3 [1955-1956]: 328 pp., 2007, Colecção: Penuts. obra Completa/3, ISBN: 978-972-36-0873-1, 23,00 euros Volume 4 [1957-1958]: 328 pp., 2007, Colecção: Penuts. obra Completa/4, ISBN: 978-972-36-0888-5, 23,00 euros Volume 3 e 4 em caixa: ISBN: 978-972-36-0889-2, 46,00 euros Volumes anteriores já editados: Volume 1 [1950-1952]: ISBN: 978-972-36-0789-5, 23,00 euros Volume 2 [1953-1954]: ISBN: 978-972-36-0790-1, 23,00 euros Volume 1 e 2 em caixa [1950-1952]: ISBN: 978-972-36-0801-4, 46,00 euros |
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POPULAÇÃO E SOCIEDADE, N.ºs 14 e 15 Revistas do Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade [CEPESE] 2007, ISSN: 0873-1861, 17,00 euros |
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ESPAÇO URBANO DO PORTO Condições Naturais e Desenvolvimento Edição Fac-similada da edição original de 1973 do Instituto de Alta Cultura, Centro de Estudos Geográficos. J. M. Pereira de Oliveira Este livro resulta da primeira dissertação de doutoramento em Geografia inteiramente consagrada ao estudo interno de uma cidade portuguesa. Nele, Pereira de Oliveira sistematiza muita da informação existente à altura e acrescenta uma visão do desenvolvimento urbano e da heterogeneidade espacial que contribuiu decisivamente para o avanço do conhecimento da cidade do Porto e da geografia urbana portuguesa. Por isso, além de constituir um marco na geografia nacional, esta obra pode ser considerada como indispensável ainda hoje para a compreensão da evolução da cidade, tendo em atenção o estudo que faz do quadro físico e dos antecedentes urbanos, bem como das suas principais características nas vésperas da democracia e antes das grandes transformações territoriais que ocorreram nos últimos quarenta e quatro anos. 496 pp., mais mapas, 2007, ISBN: 978-972-36-0877-9, 33,00 euros |
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AS TASCAS DO PORTO ESGOTADO Estórias e Memórias Servidas à Mesa da Cidade Raul Simões Pinto Em seis percursos propostos pelo autor, vamos direitos aos petiscos, ao ambiente, às histórias picarescas de cada um destes lugares com tradição e papel histórico na cidade do Porto. 256 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0926-6, 14,00 euros |
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O GUARDADOR DE RETRETES Pedro Barbosa Tratamos aqui das «elocubrações filosóficas e as inaventuras de ASOBRAB ORDEP, autodidacta, viralatas intelectual e guardador-de-retretes, como subsídio para a fundação de uma nova e risocrónica scientia: A Retretologia». Como diz o autor, Pedro Barbosa, este livro é uma ficção de um ensaio, que tem como ponto de partida os escritos encontrados nas casas de banho públicas. 110 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0920-2, 12,00 euros |
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DESIGUALDADES, DISCRIMINAÇÕES E PRECONCEITOS Concurso Europeu de Cartoon 2007 Inequalities, Discrimination and Prejudice European Cartoon Contest 2007 Vários autores Este livro apresenta o melhor humor europeu sobre um tema que diz respeito a todas as pessoas: desigualdades, discriminações e preconceitos. É o resultado do Concurso Europeu de Cartoon, promovido pelo Instituto Nacional para a Reabilitação, no âmbito do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos, e organizado pelo Museu Nacional da Imprensa. Aqui se mostram 200 obras seleccionadas pelo Júri internacional. 144 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0923-3, 15,00 euros |
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TUDO SE TRANSFORMA Vários autores Este é um livro feito de metmorfoses, que é como quem diz, transformações. Começamos pelo aviso de transformação n'A borbulha (Álvaro Magalhães), as dúvidas quanto ao que vira em Valéria e as transformções (Sérgio Godinho), as incertezas reforçadas n'A prece nocturna (Jorge Listopad). Começa depois a busca das coisas novas e importantes, os ensaios das transformações de coisas em pessoas n'O bolo e o Menino Jesus (Manuel António Pina), de pessoas em coisas, sons e cheiros n'O Menino Rio (Alexandra Alves). É então tempo de sonhar com a diversidade, de deixar a luz incidir e de partir à descoberta de novos contornos n'A princesa dos caracóis (Ana Fortes); tempo de beijar para procurar e com o beijo tudo transformar n'A menina e os burros (António Torrado); a seguir a libertação evidencia-se e vivem-se as várias fases desse longo e doloroso processo, até chegarmos ao auge da transformação n'As penas do Cágado (Jorge Constante Pereira), para, finalmente, bichos, meninas e meninos diferentes gerarem ardillosas mutações nas pressões sociais e se brindar o espaço e à paz conquistados n'O gato dos ténis (José Viale Moutinho). 84 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0914-1, 12,00 euros |
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DESCOBRIR O RIO E AS ALBUFEIRAS Mike Weber, Ana Ferreira e Assunção Santos No 5.º livro da didáctica e divertida série juvenil “Descobrir...”, passeamos ao longo de um rio com a Joana e o João, conhecendo novas paisagens com as suas específicas e abundantes fauna e flora. Uma verdadeira aventura ecológica! 214 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0913-4, 14,00 euros |
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NOVO FLORILÉGIO CONTRIBUTOS PARA UMA EXÁTICA BOTÂNICA Vítor Oliveira Jorge; Ilustração de Guida Casella Uma vez mais, o arqueólogo Vítor Oliveira Jorge percorre os caminhos da poesia, demonstrando como a dimensão da terra tanto encanta pelos vestígios civilizacionais que alberga, como pela natureza que quotidianamente nos encanta e obriga a um exercício de transcendência. Neste seu novo livro, as suas palavras dialogam com as ilustrações de Guida Casella. 130 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0912-7, 14,00 euros |
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CADERNOS DE LITERATURA COMPARADA PAISAGENS DO EU: IDENTIDADES EM DEVIR Revista do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa/FLUP Artigos de Ângela Sarmento, Biagio d'Angelo, Celia Pedrosa, Françoise Meltzer, Ida Ferreira Alves, Jorge Fernandes da Silveira, Maria Irene Ramalho, Paula Glenadel, Rui Mesquita, Susan Brown e Tim Youngs 223 pp., 2007, ISSN: 1645-1112/16, 12,00 euros |
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EDUCAÇÃO SOCIEDADE & CULTURAS VIVÊNCIAS, PERCURSOS E PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO Revista do CIIE - Centro de Investigação e Intervenção Educativas/FPCE Artigos de Cristina Rocha e Paulo Nogueira, Alexandra Sá Costa, Orquídea Coelho e Rui Moreira, Manuela Ferreira e Fernanda Moutinho, Amélia Lopes, Rita Coelho, Fátima Ferreira, Elisabete Ferreira, Rui Leal e Carlinda Leite, António Magalhães e Stephen R. Stoer, Patrick Rayou, José Alberto Correia 236 pp., 2007, ISSN: 0872-7643/24, 14,00 euros |
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HISTÓRIA TRÁGICA COM FINAL FELIZ ESGOTADO Edição bilingue (português-francês); DVD da curta-metragem incluído no livro Regina Pessoa Neste livro encontramos as ilustrações que deram origem à curta-metragem portuguesa mais premiada de sempre (incluída, no livro, em DVD). Nesta história seguimos uma menina e descobrimos que ela não é igual às outras pessoas, é diferente. O traço que a faz diferir não só incomoda a comunidade a que pertence, como se traduz por um profundo sofrimento individual. A comunidade e a menina reagem à diferença, a primeira manifestando a sua intolerância, a segunda isolando-se. Com o tempo, a comunidade acaba por habituar-se insensivelmente à presença da diferença, distanciando-a, mas ao mesmo tempo integrando-a na voragem do seu quotidiano. Porém as diferenças existem, persistem e são irredutíveis. Certas vezes possuem razão de ser e correspondem a estados temporários de trânsito para outros estados de existência, certas vezes são fatais... Seja como for, devem ser assumidas por quem as vive para a levarem a um melhor conhecimento de si própria e a uma mais intensa consciência do mundo.Um dia partirá e deixará a comunidade, que compreenderá, demasiado tarde, que o tal ser estranho que sempre mantivera à distância, tinha acabado por fazer misteriosamente parte da sua vida... 60 pp., 2007, Colecção: Álbuns/87, ISBN: 978-972-36-0902-2, 19,50 euros |
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PAISAGENS Laura Castro A paisagem anuncia-se como modo convencional de apresentar a relação entre a natureza e a arte e como modelo mais frequente de a comunicar. Enquanto tema, género e modelo académico, a paisagem tem um enorme peso na tradição artística ocidental, no interior daquela que já foi chamada a civilização mimética que, desde a antiguidade clássica até ao presente, periodicamente se tem renovado.Na reflexão que ocupa as páginas deste volume, toma-se a paisagem como uma entre outras formas de «descoberta visual do mundo» e assume-se que essa descoberta nada tem de inocente. A paisagem como descoberta visual do mundo encontra-se nos antípodas daquele que seria um «olhar sem escola», próprio de uma atitude virgem e desinformada, desinibida, frente à natureza. A paisagem na arte corresponde, de facto, a um olhar com escola, a um olhar habituado e educado. 120 pp., 2007, Colecção: Escola do Porto/1, ISBN: 978-972-36-0890-8, 19 euros |
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OS PÚBLICOS DA CULTURA EM SANTA MARIA DA FEIRA Relatório de Síntese João Teixeira Lopes e Bárbara Aibéo O presente trabalho pretende analisar a composição social dos públicos da cultura de Santa Maria da Feira, bem como as suas práticas e representações, particularmente no que se refere à relação com as actividades incluídas na programação cultural da autarquia. De igual modo, se procede à identificação do grau de satisfação com a oferta cultural em múltiplas dimensões. João Teixeira Lopes e Bárbara Aibéo são investigadores do Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. 72 pp., 2007, Colecção: Diversos/18, ISBN: 978-972-36-0756-7, 8 euros |
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PASSAGENS PARA ÁFRICA O Povoamento de Angola e Moçambique com Naturais da Metrópole (1920-1974) Cláudia Castelo Este livro conta-nos a história da migração para Angola e Moçambique de centenas de milhares de portugueses naturais da metrópole, entre cerca de 1920 (início da ocupação civil) e 1974 (vésperas da descolonização). Reflectindo sobre problemáticas ainda envoltas em muita emoção a colonização branca da África portuguesa, as identidades reconstruídas em contexto colonial, as ‘relações raciais’ , Cláudia Castelo assume o desafio do confronto com discursos apaixonados, velhos mitos, dogmas de quem viveu a experiência traumática da violência e da exploração ou da perda e do regresso ‘forçado’. 408 pp., 2007, Colecção: Biblioteca das Ciências Sociais/História/26, ISBN: 978-972-36-0879-3, 18 euros |
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INDAGAÇÃO CIENTÍFICA, APRENDIZAGENS ESCOLARES, REFLEXIVIDADE SOCIAL José Madureira Pinto Defende o autor, neste livro, que graças a um conjunto particular de confluências sociais e intelectuais, a sociologia portuguesa dispõe de condições para, ligando fundamentalmente a análise de causas sociais à identificação de «causas públicas» inadiáveis, intervir como pólo de enunciação particularmente activo na formação de uma agenda política alternativa e na difusão entre os actores sociais do grão de inconformismo realista que, em princípio, marca por dentro a cultura científica. 190 pp., 2007, Colecção: Biblioteca das Ciências Sociais/Sociologia, Epistemologia/58, ISBN: 978-972-36-0909-7, 12 euros |
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DO SENTIR E DO PENSAR Ensaio para uma antropologia (experiencial) de matriz poética Paula Cristina Pereira Este livro mais do que um esforço de legitimação de uma filosofia poética, constitui um passo importante na afirmação da sua urgência em prol da superação dos dualismos que persistem com a dicotomização do sentir e do pensar em hemisférios antropologicamente distintos ou, talvez melhor, preconceituosamente distanciados. É nesse sentido criticado o conceptualismo oriundo dos reducionismos cientificistas de todo o tipo que tendem a marginalizar, em nome do rigor e da eficácia, o mistério e a complexidade do pensamento. Crítica que traz consigo a proposta e a recuperação da óptica que a autora envolve nas expressões adjectivantes de pensamento de acolhimento e de pensamento-sentimento-atitude.. 334 pp., 2007, Colecção: Biblioteca da Filosofia/13, ISBN: 978-972-36-0881-6, 17 euros |
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ANTROPOLOGIA VISUAL E HIPERMÉDIA José da Silva Ribeiro e Sérgio Bairon Este livro reúne um conjunto de ensaios que abordam as relações entre a antropologia, o cinema, o hipermédia e as tecnologias da era digital. Resulta do projecto de investigação Tecnologias Digitais e Antropologia desenvolvido no CEMRI Laboratório de Antropologia Visual da Universidade Aberta de Portugal e da cooperação com o Núcleo de Pesquisa em Hipermídia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Inclui também a colaboração de outras universidades e núcleos de pesquisa que, de algum modo, colaboraram na investigação ou participaram nas actividades de formação desenvolvidas, no âmbito do projecto, em Portugal, Brasil. Partindo das práticas convencionais da antropologia visual baseadas na fotografia, no cinema e no audiovisual propõe-se questionar as novas práticas tornadas possíveis pelo desenvolvimento das tecnologias digitais sobretudo do Hipermédia e da Etnografia Digital. Inicia também o debate sobre as transformações sociais e culturais resultantes da utilização massiva das tecnologias e dos artefactos digitais e a emergência de reconfigurações sociais e culturais na Era Digital. 288 pp., 2007, Colecção: BCS/Antropologia/11, ISBN: 978-972-36-0869-4 16 euros |
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EDUCAÇÃO REGULAR, EDUCAÇÃO ESPECIAL Uma História de Separação Manuela Sanches Ferreira A autora elegeu como tema geral as orientações dos professores face aos modelos de atendimento aos alunos com necessidades educativas especiais. A atitude do professor é de fundamental importância pois sem a sua implicação profissional e pessoal nada poderá mudar. Percorre-se neste livro a história da educação especial, abordando os três principais paradigmas que a enformaram segregação, integração e inclusão reflectindo sobre as implicações simbólicas e as funções sociais que deles resultam. 296 pp., 2007, Colecção: Biblioteca das Ciências Sociais/26, ISBN: 978-972-36-0884-7, 16 euros |
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PENSAR A ARTE, PENSAR A ESCOLA António Quadros Ferreira Pensar a Arte, Pensar a Escola não se deseja nem exaustivo nem sistemático, como o título proposto parece, aliás, indiciar, antes analítico e reflexivo, em ordem a equacionar os problemas decorrentes do ensino da arte. Questionar o ensino superior artístico, os seus conteúdos e as suas estratégias implica, necessariamente, uma abordagem científico-pedagógica, no contexto da qual seja possível confrontar a arte com a escola. Assim, este livro deseja materializar um conjunto alargado de reflexões, organizando a correspondente tematização, em ordem a uma lúcida compreensão do ensino superior artístico, face aos desafios propostos também pelo Processo de Bolonha. 123 pp., 2007, Colecção: Diversos/16, ISBN: 978-972-36-0907-3, 14 euros |
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IX PORTO CARTOON WORLD FESTIVAL Globalização Vários Album com todos os desenhos concorrentes ao evento deste ano, organizado pelo Museu Nacional de Imprensa. 274 pp., 2007, Colecção: Álbuns/89, ISBN: 978-972-36-0906-6, 22 euros |
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GENERAIS E ALMIRANTES DE AMANHÃ As Forças Armadas no Feminino Luisa Carrilho O que pensam as mulheres das Forças Armadas? O que as motiva a optar pela carreira militar? Como se realizam estas mulheres no meio castrense português, até há poucos anos vedado ao género feminino? Satisfeitas? Insatisfeitas? Como ocupam o seu quotidiano? Como conciliam a vida profissional com a familiar e com o exercício da maternidade? E os homens, como veem eles a integração das mulheres nas Forças Armadas? Tendo por base entrevistas feitas aos militares, nesta investigação a autora analisa as percepções dos participantes numa tentativa de compreender a visão das mulheres sobre as Forças Armadas Portuguesas. Porque serão elas as Generais e Almirantes de amanhã. 242 págs., 2007, Colecção Textos/56, ISBN: 978-972-36-0904-2, 15 euros |
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ÁFRICA NO FEMININO As mulheres portuguesas e a guerra colonial Margarida Calafate Ribeiro Este livro aborda a vivência e a memória da Guerra Colonial (1961-1974) a partir da perspectiva das mulheres portuguesas que acompanharam os seus maridos nas três frentes de guerra. Nasceu do meu espanto sobre o registo apenas ficcional do rosto destas mulheres, e da generosidade das mulheres que entrevistei quando um dia lhes bati à porta e lhes disse: «Sei que esteve em África. Quer contar?» Através do estudo inicial sobre a presença destas mulheres em África e sobretudo dos testemunhos obtidos, o livro revela outros olhares sobre a guerra, outras razões da guerra, outras vivências do pós-guerra e, naturalmente, outras memórias. Nas suas diferenças e no seu conjunto, os testemunhos recolhidos colocam as mulheres como sujeitos históricos desta guerra e veiculam uma ética de reconhecimento e de responsabilidade solidária capaz de contribuir para gerar uma memória cultural colectiva da Guerra Colonial. 264 págs., 2007, Colecção Textos/55, ISBN: 978-972-36-0905-9, 16 euros |
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ESCRITA INKZ Antimanifesto para uma arte incapaz Boaventura de Sousa Santos O livro começa com um anti-manifesto deliberadamente polémico: «A minha geração não produziu nada de novo no domínio das artes. Isto não seria um grande problema se ela tivesse sabido usar produtivamente a esterilidade. Mas não foi o caso». Por isso o exercício poético possível nos dias de hoje deve reconhecer a própria incapacidade como estímulo a formas novas de criação, com base no desenvolvimento de uma Escrita INKZ. Ou seja, aquela que se sabe estruturalmente incompleta, sempre a exigir que os leitores se apropriem de seus instantâneos poéticos, a fim de conferir sentidos alternativos e mesmo opostos aos sugeridos pelo autor. Na página esquerda o autor regista os comentários poéticos sobre temas que constituem as contelações definidoras do mundo contemporâneo: «figura, cidade, andamento, momento, mulher nua e orador-ninguém». Já a página direita apresenta a percepção propriamente corrosiva de King, um cão-narrador, cujo olhar parece a expressão poética da condição semiperiférica. 245 págs., 2007, ISBN: 978-972-36-0284-3, Colecção: Poesia/60, 15 euros |
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JOSÉ SARAMADO SEGUNDO AGOSTINHO SANTOS Agostinho Santos ESGOTADO Neste livro publicam-se as pinturas de Agostinho Santos produzidas a partir da obra de José Saramago. «No panorama da pintura portuguesa actual, Agostinho Santos será talvez o artista que melhor encarna esta relação pouco comum com a operação de pintar (...). Há algo de frondoso e vegetal na arte de Agostinho Santos. Há algo também de primitivo e fetal, formas que se estão preparando para nascer ou que ao nascimento parecem haver renunciado, um mundo em suspensão, à beira de uma definição, como aguardando a palavra ordenadora, sem cessar anunciada, e constantemente adiada. (...)» [José Saramago]. 180 pp., 2007, Colecção: Álbuns/88, ISBN: 978-972-36-0903-5, 22 euros |
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TEATRO E EDUCAÇÃO Transgressões disciplinares Natércia Pacheco, José Caldas, Manuela Terrasêca (orgs.) Nesta obra retoma-se, em grande parte, a abordagem da relação de sedução e conflito entre a Escola e o Teatro, a partir de contributos vindos do Teatro, do Ensino e das Ciências da Educação. Dentro de cada um destes domínios, as experiências desenvolvidas não só em Portugal como também na Bélgica, em França e em Itália dizem-nos muito sobre o (des)investimento em educação e em cultura dos governos de cada país. (...) . [Natércia Pacheco] 112 págs., 2007, Colecção Caleidoscópio/4, ISBN: 978-972-36-0898-4, 9 euros |
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TRUQUES MÁGICOS O Início da Ilusão Amândio Fernandes A arte da ilusão caracteriza-se pela capacidade de realizar coisas inexplicáveis para a maioria das pessoas, mas que sejam divertidas e interessantes. Estas duas particularidades devem ser sempre bem evidenciadas para que o efeito que se apresenta seja mais do que uma simples ilusão de óptica. Mas não basta conhecer as técnicas e os modos de executar os efeitos mágicos. É também necessário saber a melhor forma de as apresentar, nas melhores condições e de uma maneira interessante, divertida e cativante. De tudo isto trata este livro. 182 págs., 2007, Colecção Diversos/15, ISBN: 978-972-36-0786-4, 14 euros |
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ESPAÇOS PÚBLICOS, PODER E COMUNICAÇÃO Public Spaces, Power and Communication Edmundo Balsemão Pires (org.) Este livro é o resultado do Congresso Internacional ocorrido em Coimbra e que juntou investigadores da Europa, Estados Unidos da América, Israel e investigadores da Universidade portuguesa: Lisboa, Porto, Coimbra, Beira Interior e Minho. Esta obra integra vários estudos provenientes de diversos domínios disciplinares, que vão desde a Filosofia, à Sociologia, à História do Jornalismo, ou à Teoria da Comunicação a que se agregaram orientações teóricas de fronteira, como o pensamento do Urbanismo, ou a História dos Conceitos de modo a equacionar vias de análise do que na sociedade moderna, em toda a variedade de manifestações, se pode entender como Espaço Público. Participam nesta obra: Adélio Melo, Adriano Duarte Rodrigues, Alexandre Franco de Sá, António Bento, António Manuel Martins, Carla Martins, Daniel Innerarity, Dina Mendonça, Diogo Pires Aurélio, Edmundo Balsemão Pires, Helmut Wilke, Isabel Ferin Cunha, Vanda Calado, Isabel Nobre Vargues, João Pissarra Esteves, José Luís Garcia, Loet Leydesdorff, Maria Chiara Pievatolo, Maria João Silveirinha, Peter Uwe Hohendahl, Pierre Guibentif, Rudolf Stichweh, S. N. Eisenstadt e William Rasch. 646 páginas, 2007, ISBN: 978-972-36-0846-5, Colecção: BCS, Sociologia, Epistemologia/54. 22,50 euros |
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PESSOA COMUM NO SEU TEMPO Memórias de um médio-burguês de Lisboa na segunda metade do Século XX João Freire «Escrever memórias é sempre um exercício subjectivo (...) A ideia de escrever umas memórias foi-me inicialmente sugerida por um colega de profissão, já há bastantes anos. Na altura, não liguei ao alvitre. Mas o certo é que, pouco a pouco, comecei a ponderar e a sedimentar esse projecto, como algo que eu devesse cumprir um dia. E a partir do momento em que me libertei das exigências académicas e pude organizar mais livremente o meu trabalho, fui-me sentindo cada vez mais irresistivelmente atraído para ele. Sei que nunhum memorialista escapa ao narcisismo de «organizar» o mundo em que viveu, de se pôr no centro do «posto de observação» e de ajuizar a história à sua própria maneira. É um risco inevitável, mas que tentei controlar.» (O autor). 536 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0883-0, Colec. Vidas/01. 24 euros |
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PIERRE BOURDIEU A Teoria da Prática e a Construção da Sociologia em Portugal José Madureira Pinto, Virgílo Borges Pereira (orgs.) Com a publicação deste livro, no qual participam alguns dos mais directos colaboradores de Pierre Bourdieu, espera dar-se um contributo válido para o conhecimento mais aprofundado da teoria da prática e dos resultados... 148 pp., 2007, ISSN: 0871-0945. 10 euros |
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FERNANDO ECHEVARRÍA NOS 50 ANOS DE VIDA LITERÁRIA Vários autores Neste livro um conjunto de autores, reunidos em colóquio, debruça-se sobre a poesia de Fernando Echevarría, nos seus 50 anos de vida literária. 88 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0891-5. 8 euros |
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BIOLOGIAS NA NOITE Amadeu Soares (orgs.) Este livro é o resultado dos ciclos de conferências organizadas pela Universidade de Aveiro. Aqui, reúnem-se alguns dos textos que estiveram na base das palestras desta importante e muito participada iniciativa. 216 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0885-4, Colec. Biologicando/02. 12 euros |
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ATLAS DAS AVES NIDIFICANTES DO CAMPUS DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO Milena Matos, António Luís Mais que nunca, numa época de incessante crescimento populacional, industrialização, perturbação e profunda alteração das paisagens, as aves desempenham um importante papel para o ser humano, não só como intervenientes nos processos ecológicos, mas também como elos de ligação à Natureza, símbolos e augúrios... 124 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0886-1, Colec. Biologicando/01. 12 euros |
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CRÓNICAS DE SANCHO PANÇA Vitorino Almeida Ventura Num estilo que navega entre o ensaio e a ficção, o autor, através de uma linguagem depurada e profundamente rítmica, revisita os escritores de Carrazeda de Ansiães, dos mais eruditos aos mais populares. 156 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0892-2, Colec. «Fixões». 10 euros |
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PORTLAND, PORTUGAL Um Voo Doméstico João Ramalho Santos «Aloha é um subúrbio de Portland, Oregon, na Costa Oeste dos Estados Unidos da América do Norte. Junto a um Oceano Pacífico intermédio, a norte de praias da Califórnia, a sul de penhascos canadianos. Onde o rio Willamette desagua no poderoso Columbia dois aventureiros vindos do Leste fundaram uma cidade. Decidindo a toponímia com uma moeda ao ar. Um desses heróis da civilização era de Portland, no Maine. O outro de Boston, no Massachussetts. Se tivesse saído cara, Aloha seria hoje um subúrbio de Boston, Oregon. Aloha é, também ela, uma cidade-homenagem. Mais modesta. À pequena tribo índia dos Aloa, antigos residentes da zona. Há muito exterminados ou “realojados”. Mas um funcionário a transbordar de criatividade nunca aproveitada pensou que o nome seria referência ao Hawaii. Onde “aloha” significa, economicamente, tanto “olá” como “adeus”. E acrescentou um “h”. Olá progresso, adeus passado. O conselho municipal não perdeu tempo com dramatismos. Falhava-se a homenagem, mas os Aloas já lá não estavam para protestar. E as ressonâncias tropicais havaianas davam outro exotismo a um aglomerado banal de casas e centros comerciais. Portland, Oregon teria como subúrbio, entre muitos outros, a cidade de Aloha. E assim defino a América. A minha América. Uma construção desenfreada de sonhos. Baseada em acasos. E equívocos». (JRS) 256 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0874-8. Colec. «Fixões»/62. 14 euros |
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TOMÁS MORE E A UTOPIA Joaquim Machado de Araújo Neste livro reflecte-se sobre o universo do autor e toda a sua paisagem mental, remetendo para a sua práxis política e religiosa. Trata-se de um percurso heurístico que acompanha o processo de construção e o nascimento da Utopia, que empreende uma hermenêutica que dá conta de vários sentidos (percebidos ou não pelo seu autor), que procura ultrapassar leituras redutoras de uma obra complexa e ambígua, considerando os diferentes aspectos e interpretando a vida do autor a partir do texto utópico, sem perder de vista o seu contexto histórico, político e social, ao mesmo tempo que se dá conta do drama de um humanista que pretendeu fazer a ponte entre o sagrado e o profano. 226 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0855-7. Colec. Biblioteca de filosofia/12. 13 euros |
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AS CIDADES DO PORTO E DE ANGERS Apontamentos sobre os processos de Metropolização, Tercerização e Revitalização Urbana. José Rio Fernandes, Lionel Guillemot, Luís S. Martins, Jean Soumagne Neste estudo comparativo pretende-se apreender as mutações urbanas ligadas ao desenvolvimento das actividades terciárias, especialmente o comércio e o turismo, no sentido em que o crescimento e a diversificação do comércio e dos serviços implicam profundas transformações e dinâmicas territoriais. A terciarização está presente de formas diversas, que se organizam de acordo com o estatuto e as clientelas servidas (público/privado, individual/colectivo, particular/empresarial, lucrativo/não lucrativo) e reparte-se de forma desigual de acordo com uma hierarquia urbana, mas também em função da especialização das cidades, das redes de base territorial que se estabelecem e dos tipos de funções terciárias que actuam como «locomotivas» urbanas. Edição Bilingue: Português/Francês. 160 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0855-7. Colec. Cidade em Questão/13. 13 euros |
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PERCURSOS GEOLÓGICOS NO SULCO CARBONÍFERO DÚRICO-BEIRÃO Valongo, Gondomar, Castelo de Paiva Isabel Maia Fernandes A riqueza e a complexidade geológica de um espaço relativamente restrito que abrange os concelhos de Gondomar, Valongo e Castelo de Paiva (a nascente da cidade do Porto) permitiram a identificação de pontos de paragem e a organização de percursos, visitando formações que são parte integrante de três bacias sedimentares com génese e evolução distinta. 144 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0868-7. Colec. Ciência e Natureza/2. 12 euros |
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O ENSINO SUPERIOR POLITECNICO EM PORTUGAL Um Paradigma de Formação Alternativo Maria Teresa Leão Este livro apresenta de forma diacrónica a génese e evolução do ensino superior politécnico em Portugal e, por conseguinte, a sua história entre 1973 e 2000, evidenciando-nos a ausência de rumo que emerge como pano de fundo e como resultado quer da elevada rotatividade dos responsáveis pela educação em Portugal quer da ausência de planificação política. Com origem no ensino médio, de que procura distanciar-se e distinto do ensino superior universitário, relativamente ao qual procura afirmar-se, o subsistema em análise surge, no contexto nacional, como a resposta à necessidade de diversificação do ensino superior, perspectivando servir, expressamente, domínios tecnológicos e de serviços, adoptando uma orientação susceptível de permitir a resolução de problemas concretos e com aplicação prática, visando sobretudo uma intervenção de carácter regional. 108 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0872-4. Colec. BCS/Ciências da Educação/25. 9 euros |
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SOCIEDADE E TERRITÓRIO Plano Nacional da Política de Ordenamento do território Revista de Estudos Urbanos e Regionais [Director: António Fonseca Ferreira] Parte I: «Contexto Europeu e suas implicações» Parte II: «Território Portugal: alguns desafios emergentes» Parte III: «O Programa Nacional da Política de ordenamento do território» 1108 pp., 2007, ISSN: 0873-6308. 12 euros |
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IMPURA ATITUDE Emerenciano «Hoje, que já foi ontem, vivo entre o atelier e a rua, e a ordem é indiferente, sem saber onde nasci primeiro. Claro que já existia, e acompanham-me impressões que são indissociáveis do exercício do pensamento renovador de uma estabilidade possível, rigorosamente entre o atelier e a rua. Há uma história pessoal, um tempo de sucessão de acontecimentos que envolvem pessoas, situações e lugares, alguma nostalgia e mágoas, deixando a clarificação disto para outra ocasião. Hoje, liberto de ilusões que pertencem ao passado, continuo a fazer alguma coisa em vez de nada, para dizer agora que um outro eu não consente os silêncios, leva-me a procurar respostas que devo ter sobre mim mesmo, e diz-me para praguejar quando for preciso, sem risco, sem destinatários, ou são todos. Posso dispensar-mede dizer seja o que for, algumas banalidades muito em uso, mas a palavra oportuna e o desviar do olhar são no atelier motivo, porque é imperioso voltar sempre à carga para encontrar o outro análogo, um terceiro, não necessariamente conciliador; e na esteira desse fundamental encontro, preparado em vão de véspera, seja o que deus quiser. É por desajustada funcionalidade das ideias colocadas em bruto, e devido à impossibilidade parlamentar, que emudeço por detrás de um sorriso ou da ironia, com avanços e recuos também do corpo que não sou, aquém do passo terminante». 184 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0866-3. Colec. Álbuns/85. 19 euros |
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FUTUROS ANTECIPADOS Para uma Sociologia do Risco Genético Felismina Mendes Quando uma doença é definida como genética, imediatamente nos movemos de uma doença individual para uma doença familiar, como no caso de diversos cancros, cujas componentes genéticas já foram identificadas. A ideia de uma doença inteiramente ligada à linhagem viu-se concretizada na prática quotidiana, quando os testes genéticos revelaram as mutações cromossómicas responsáveis por doenças como o cancro, a diabetes ou a hemofilia. Os indivíduos passaram então a ser confrontados com um diagnóstico, que lhes anuncia que são portadores da mutação responsável pela doença potenciais futuros doentes. Neste livro procurou saber-se como é que os indivíduos geriam, no seu quotidiano, a incerteza associada a um diagnóstico que os define como potenciais futuros doentes (de cancro), quais as estratégias que accionavam para suportarem toda a carga material e simbólica inerente a este diagnóstico (como por exemplo o facto de transmitirem a mutação genética aos seus descendentes), como definiam e redefiniam as suas trajectórias de vida, quais as explicações que elaboravam para darem sentido ao risco genético de cancro que são portadores e como é que experienciavam todas as recomendações de vigilância médica que lhes eram impostas, a partir do momento do diagnóstico. 212 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0825-0. Colec. BCS, Sociologia, Epistemologia/57. 12 euros |
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PLANALTO Francisco José Pereira Alves Ler este romance é viajar entre o princípio do século passado e a actualidade, entre o ambiente rural e as grandes metrópoles, entre o intimismo do presente e o da memória. Boa viagem. 164 pp., 2007, ISBN: 978-972-36-0871-7. Colec. «Fixões»/61. 10 euros |
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AFINIDADES 2 - Arte, Ciência e Cultura Revista da Casa Nuseu Abel Salazar (Arte, Ciência e Cultura) Principais títulos: «A difusão em Portugal da teoria da relatividade»; «Correspondência entre Jaime Brasil e Abel Salazar»; Actas do colóquio «O Ano em que o Sol nasceu: A Imprensa Cultural Portuguesa (1937-1940)». Artigos de António Pedro Pita, António Ventura, Augusto Fitas, Clara Rocha, Cornelia Weber, Daniel Pires, Diana Gasparon, Eduardo Dionísio, Egito Gonçalves, Fernando Guimarães, Fernando Rosas, João Madeira, João Nabais, José Augusto Seabra, Luís Adriano Carlos, Luís Trindade, Natália Bebiano, Nathalie Nyst, Ricardo António Alves e Rosa Maria Marte. |
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PIERRE BOURDIEU A Teoria da Prática e a Construção da Sociologia em Portugal José Madureira Pinto, Virgílo Borges Pereira (orgs.) Com a publicação deste livro, no qual participam alguns dos mais directos colaboradores de Pierre Bourdieu, espera dar-se um contributo válido para o conhecimento mais aprofundado da teoria da prática e dos resultados... |
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ELAS SOMOS NÓS O Direito ao Aborto como Reivindicação Democrática e Cidadã Andrea Peniche Neste livro, a autora desenvolve uma reflexão em torno da proibição do aborto a pedido da mulher. Partindo da análise dos discursos parlamentares proferidos em 1998 e da consequente marcação e realização do primeiro referendo sobre esta problemática, procura perceber que tipo de cidadania e de democracia dimanam desses discursos. A proibição do aborto é aqui discutida num quadro teórico mais vasto e não como política isolada, isto é, inserida na ideologia patriarcal, entendendo-se o controlo da sexualidade das mulheres como uma das formas da sua dominação. O livro está organizado em três partes. Na Parte I é feita a contextualização histórica da problemática do aborto: o percurso desta luta no Portugal democrático e os textos internacionais sobre esta matéria. Apresenta-se também o percurso teórico de clarificação do quadro epistemológico em que foi conduzida a investigação através da reflexão sobre a questão do patriarcado, conceito de género e dilemas que instaura, concluindo-se com a proposta das categorias híbridas como princípio de solução. Na Parte II clarifica-se o horizonte empírico, uma análise de conteúdo ao serviço de uma análise de discurso, e percorrem-se algumas das questões que se levantam a uma investigação que pretende inscrever-se no feminismo: uma linguagem masculina universalizada como tradutora de toda a experiência humana. Termina-se com a análise de conteúdo/discurso das Actas parlamentares procurando fazer emergir os discursos e argumentos utilizados pelos deputados e deputadas que serviram de sustentáculo à defesa da alteração ou manutenção legislativa. Na Parte III procura perceber-se que cidadania para as mulheres encerra cada tipo de discurso. Percorre-se citicamente a perspectiva liberal de cidadania no sentido de reclamar o aborto como um direito que exige que os conceitos e práticas da democracia e da cidadania sejam reconfigurados. 190 págs., 2007, ISBN: 978-972-36-0865-6, Colec. Biblioteca das Ciências Sociais-Sociologia, Epistemologia / 56. 12 euros. |
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